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Bad Bunny faz história com revolução latina no Super Bowl LX

Bad Bunny faz história ao ser o primeiro artista latino a se apresentar solo no Super Bowl, conectando memória e identidade latina ao público global

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Bad Bunny Super Bowl
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  • Bad Bunny fez história ao se apresentar sozinho no halftime show do Super Bowl LX, tornando-se o primeiro artista latino a performar solo no evento.
  • O show ocorreu no Levi’s Stadium, casa do San Francisco 49ers, em São Francisco, reunindo cerca de milhões de espectadores.
  • A apresentação contou com participação especial de Lady Gaga, que cantou Die with a Smile em ritmo caribenho, e de Ricky Martin, que subiu ao palco para interpretar trecho de LO QUE LE PASÓ A HAWAii.
  • O setlist de quase quinze minutos reuniu sucessos do artista e mensagens sobre amor e contra o ódio, incluindo a entrega de um Grammy a um garoto na plateia.
  • Ao final, Bad Bunny declarou “Deus salve a América” e ampliou a ideia de América para incluir Porto Rico e outras nações, encerrando com DtMF em clima de celebração.

Bad Bunny fez história ao se apresentar no halftime show do Super Bowl LX, tornando-se o primeiro artista latino a performar sozinho no maior evento esportivo dos EUA. O show ocorreu no Levi’s Stadium, em Santa Clara, durante a final da NFL, na noite de domingo local. A apresentação teve duração próxima de 15 minutos e reuniu ritmos como salsa, reggaeton e baladas.

O repertório incluiu hits e momentos coreografados, com Bad Bunny transitando entre hits de carreira e trechos de novas canções. A performance contou com participações especiais, entre elas Lady Gaga, que subiu ao palco para interpretar um dueto com o artista. A montagem ressalou memória, identidade e pertencimento.

A narrativa do show foi moldada como uma coleção de lembranças, com mensagens de amor e resistência. Em certo instante, o cantor parou para agradecer o apoio da plateia e entregou um de seus Grammys a um jovem fã, reforçando o tom emocional da apresentação.

Ao longo da apresentação, o astro porto-riquenho trouxe uma ambientação que remeteu a Porto Rico em meio a São Francisco, mesclando ritmos regionais com a estética do evento. O uso de elementos visuais reforçou a ideia de diversidade musical da América.

Ricky Martin surgiu em uma participação especial, performedo trecho de uma canção que aborda temas de colonização e turismo em Porto Rico. A presença de artistas latinos amplificou a mensagem de representatividade do show.

Ao encerrar, Bad Bunny proferou a famosa expressão Deus salve a América e reforçou a ideia de uma América plural, com bandeiras de diferentes países no palco. O set finalizou com DtMF, deixando o público em clima de celebração e lembrança.

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