- Billie Joe Armstrong pediu aos agentes do ICE, presentes, que deixem o “emprego de merda” durante o show de pré‑Super Bowl do Green Day em Pier 29, em San Francisco.
- Ele afirmou que, quando tudo terminar, pessoas como Kristi Noem, Stephen Miller, JD Vance e Donald Trump vão “largar vocês como um mau hábito” e convidou a mudar de lado.
- O show ocorreu na véspera do jogo, preparando o terreno para a apresentação da banda no fim de semana do Super Bowl.
- Armstrong fez uma brincadeira com a expressão “Epstein Island” ao mudar improvised a letra durante a apresentação.
- A apresentação faz parte da programação de shows de aclamação antes do evento principal no Levi’s Stadium.
Billie Joe Armstrong fez um comentário polêmico durante o show de pré-Super Bowl do Green Day, realizado na sexta-feira em San Francisco, no Pier 29. O vocalista chamou a atenção ao dirigir uma crítica a agentes do ICE durante a apresentação, em meio ao clima de antecipação para o jogo no Levi’s Stadium.
Segundo relatos, Armstrong pediu que os agentes do ICE deixassem o emprego, apelidando a função de “shitty ass job” e sugerindo que, no fim das contas, figuras públicas citadas no discurso perderiam o apoio. Ele afirmou ainda que é possível que os agentes sejam “derrubados” por quem eles defendem, convidando-os a “passar para o outro lado da linha”.
A apresentação servia de aquecimento para a performance de abertura programada para o fim de semana do Super Bowl, com a banda contando com participação especial prevista para o evento principal. O episódio ocorreu em meio a debates políticos em torno de políticas de imigração e segurança fronteiriça, temas que costumam emergir durante grandes eventos esportivos nos Estados Unidos.
Contexto e desdobramentos
O público presente no Pier 29 acompanhou a entrelinha entre rock e comentário político feito pelo vocalista, sem confirmação oficial de presenças de agentes naquele momento. A resposta da banda e de seus representantes não foi detalhada imediatamente pela imprensa.
Especialistas apontam que essa linha de atuação de artistas em shows de grande alcance pode gerar discussões sobre liberdade de expressão e responsabilidade de figuras públicas em eventos com alto teor midiático. A repercussão seguiu nas redes e em veículos de entretenimento, com diversas leituras sobre o papel de artistas em contextos políticos.
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