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Daddy Yankee em 20 músicas: três décadas de sucessos

Da estreia aos grandes hits, Daddy Yankee moldou o reggaeton; o lançamento recente indica nova fase após décadas de sucesso

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
MADRID, SPAIN - NOVEMBER 19: Daddy Yankee attends the GQ Men Of The Year Awards at Reina Sofía Museum on November 19, 2025 in Madrid, Spain. (Photo by Pablo Cuadra/WireImage)
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  • A lista reúne vinte músicas que representam três décadas de carreira de Daddy Yankee, marco no surgimento e consolidação do reggaeton.
  • Entre os destaques estão Mi Funeral (1994), Camuflash (1996) e Gasolina (2005), além de Despacito (2017) com Luis Fonsi.
  • Colaborações-chave aparecem ao longo dos anos, como En La Cama (Nicky Jam, 2001) e Gata Gangster com Don Omar (2003).
  • O conjunto também contempla parcerias que impulsionaram a carreira de DY, como Yo Voy com Zion & Lennox (2004) e Llegamos a La Disco (2012).
  • O lançamento mais recente é Sonríele (2025), do álbum Lamento En Baile, sinalizando uma fase de música de louvor após a aposentadoria anunciada.

Daddy Yankee ganha playlist com 20 músicas que marcam três décadas de carreira. O recorte reúne faixas que ajudaram a projetar o reggaeton internacionalmente e mostram a evolução do artista ao longo dos anos.

A lista começa com os primeiros hits underground da década de 1990 e chega a parcerias recentes. O objetivo é evidenciar momentos-chave, colaborações e lançamentos que consolidaram DY como referência do gênero.

Entre temas de rua, festas e narrativas de vida, o conjunto evidencia o papel do artista na popularização do reggaeton. As faixas variam de hinos de club a faixas que ajudaram a abrir mercados internacionais.

Panorama da trajetória

“Mi Funeral” (1994) abriu espaço para o público fora do club, marcando o início da trajetória. Em seguida, “Camuflash” (1996) já mostrava a capacidade de criar ganchos fortes.

“En La Cama” (2001), com Nicky Jam, ajudou a consolidar a parceria entre artistas e o apelo de faixas mais festivas. O tema foi um marco no início da coabitação entre underground e radiofusão.

Colaborações e momentos-chave

“El Gran Robo” (2002), com Lito MC Cassidy, destaca a narrativa na música. Em 2003, “Gata Gangster” com Don Omar reforçou o impacto de duos entre grandes nomes do reggaeton.

“Cógela Que Va Sin Jockey” (2003) é visto por alguns como prelúdio de Gasolina, abrindo caminhos para colaborações históricas. “Yo Voy” (2004), com Zion & Lennox, ampliou a contagem de fãs.

Hits que redefiniram o som

Gasolina (2005) tornou-se marco na carreira, seguido por Rompe (2005), que também ganhou destaque na videografia com coreografias icônicas.

“Ella Me Levantó” (2007) mostra versatilidade, ao transitar por estilos próximos à música urbana sem perder o DNA do reggaeton. A parceria remixada em “Agresivo” (2008) com Jowell & Randy, Arcángel e De La Ghetto elevou o hype.

Anos de expansão e novas parcerias

Pose (2008) inovou ao incorporar elementos eletrônicos. “Salgo pa’ La Calle” (2008) é lembrada pela abertura marcante, mantendo a pegada festiva.

Entre 2008 e 2012, DY reuniu estrelas em faixas como “Somos de Calle (Remix)” e “Llegamos a La Disco”, consolidando a prática de grandes elencos para acompanhar o repertório.

Entre continuação e hibernação

Fronteamos Porque Podemos (2015) com De La Ghetto, Yandel e Ñengo Flow mostrou o apetite por collabs. La Formula (2015), com Ozuna, ressaltou a presença do artista em singles de alto impacto.

Vuelve (2017), com Bad Bunny, sinalizou a continuidade das parcerias de peso. Despacito (2017), com Luis Fonsi, teve repercussão mundial e firmou a associação de DY com a cultura pop global.

Novo capítulo e próximos passos

Sonríele (2025) é um dos lançamentos recentes, parte do álbum Lamento En Baile. O projeto é descrito como voltado para temáticas de adoração, alinhado a uma mudança de rumo anunciada pelo artista após a aposentadoria.

A lista de faixas evidencia a versatilidade de Daddy Yankee e seu papel como embaixador do reggaeton. A obra demonstra, ainda, a capacidade de adaptação a diferentes sonoridades sem perder identidade.

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