- A Turning Point USA organiza um show alternativo no fim de semana do Super Bowl, com Kid Rock como cabeça de cartaz para contrapor o palco de Bad Bunny.
- O line-up inclui Brantley Gilbert, Lee Brice e Gabby Barrett, buscando atrair fãs de música country/rock.
- O evento acontece em Wichita, Kansas, no Intrust Bank Arena, no mesmo dia do show principal do Super Bowl.
- A organização afirma que a proposta é oferecer uma opção de entretenimento com viés conservador durante o fim de semana do evento esportivo.
- A participação de Kid Rock é vista como alinhada às posições políticas do artista, com o objetivo de mobilizar apoiadores e ampliar a pauta da TPUSA.
Kid Rock vai liderar show alternativo ao halftime do Super Bowl organizado pela Turning Point USA, entidade conservadora. O lineup inclui Brantley Gilbert, Lee Brice e Gabby Barrett, com o objetivo de oferecer uma opção diferente de entretenimento na semana do evento.
O show acontecerá em Wichita, Kansas, no Intrust Bank Arena. A apresentação de Kid Rock em abril de 2025 no mesmo local já havia atraído público considerável, o que aumenta a expectativa para a nova edição. A organização afirma que a ideia é oferecer contraponto à performance de Bad Bunny.
Detalhes do evento
A produção descreve o evento como uma alternativa ao show principal, buscando público com valores conservadores. O artista norte-americano Robert James Ritchie, conhecido por fusão de rock, rap e country, aparece como cabeça de cartaz, alinhado a causas políticas defendidas pela organização.
Integrantes da programação incluem ainda Brantley Gilbert, Lee Brice e Gabby Barrett, nomes conhecidos no country e country-rock. A escolha visa ampliar o apelo do evento e atrair um público diverso dentro de uma mesma cidade-sede.
Contexto e participação
O formato do show paralelo ocorre no mesmo dia do evento principal, reforçando a ideia de contraste entre as duas opções de entretenimento. A Turning Point USA relaciona a iniciativa a atuação em grandes eventos culturais, com campanhas voltadas a mobilizar apoiadores.
A repercussão divide opiniões: há quem veja como movimento ousado, enquanto críticos consideram politização de um evento esportivo. Mesmo assim, a organização espera atrair grande público e gerar cobertura midiática durante o fim de semana do Super Bowl.
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