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Johnny Hooker relata processo público de violência além das conquistas

Álbum de Johnny Hooker surge como resposta à violência online enfrentada após Ørgia, com colaborações de Ney Matogrosso, Daniela Mercury e Lia de Itamaracá

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • Johnny Hooker lançou o álbum Ørgia em 2022, período marcado por ataques de ódio nas redes sociais devido a posicionamentos políticos.
  • O cantor pernambucano relatou ter sido alvo de boatos, incluindo uma falsa notícia sobre sua morte, que chegou a ser desmentida pela GloboNews.
  • O quarto disco, intitulado Viver e Morrer de Amor na América Latina (2025), surge como resposta à violência vivida na época.
  • O álbum traz memórias da vida de Hooker em Recife e em São Paulo, com influências latino-americanas.
  • Contam com participações de Ney Matogrosso na faixa-título, além de Daniela Mercury e Lia de Itamaracá.

Johnny Hooker enfrentou um 2022 marcado por ataques nas redes e pelos impactos da pandemia na indústria da música. O cantor pernambucano lançou o álbum Ørgia em meio a dificuldades de agenda e de arrecadação de shows, cenário que ampliou a pressão sobre sua vida pessoal.

As provocações online cresceram por questões políticas, levando o artista a afirmar que houve campanhas de ódio e boatos sobre sua morte. Em entrevista, ele descreveu a pressão como parte de um período de resistência pública.

O quarto disco de Hooker, ainda sem data exata de lançamento anterior, é apresentado como resposta a esse momento de violência e desgaste. A obra reforça o compromisso com a presença musical e a expressão artística diante da adversidade.

Novo álbum e colaborações

Em 2025 chega o álbum Viver e Morrer de Amor na América Latina, descrito pelo artista como evocação de amor e celebração da vida. O trabalho resgata memórias de infância no Recife e de experiências em São Paulo, com referências da cultura latino-americana.

A faixa-título conta com Ney Matogrosso, enquanto Daniela Mercury e Lia de Itamaracá também participam de composições do projeto. A produção preserva o tom de confrontação suave, buscando ampliar o diálogo com o público sem abrir mão da continuidade estética.

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