- Em 2025, o mundo da música perdeu diversos nomes de peso, incluindo Brian Wilson, Ozzy Osbourne, Sly Stone, Roberta Flack e Marianne Faithfull, entre outros.
- Entre os falecidos, destacaram-se artistas de diferentes gêneros, como Jimmy Cliff (reggae), Steve Cropper (guitarrista de R&B/funk), Raul Malo (líder do Mavericks) e Todd Snider (cantor e compositor).
- Brian Wilson dos Beach Boys é lembrado como cofundador da banda e criador de um som harmonioso que marcou a era de ouro do rock.
- Ozzy Osbourne, frontman do Black Sabbath, é reconhecido como pioneiro do heavy metal e figura marcante da música e da televisão.
- A lista de homenagens também inclui nomes como Roberta Flack (cantora vencedora de Grammys), Connie Francis (pioneira feminina no Hot 100) e Rick Davies (vocal e tecladista do Supertramp).
O mundo da música registrou importantes perdas em 2025, com nomes que moldaram gêneros e gerações. Brian Wilson, Ozzy Osbourne, Sly Stone, Roberta Flack e muitos outros faleceram ao longo do ano, em diferentes fases de suas carreiras. As homenagens destacam legados que seguem inspirando artistas.
Entre os falecimentos estão grandes referências do rock, do soul e do reggae. Em 2025 também partiram figuras como Marianne Faithfull, Steve Cropper, Rick Davies e D’Angelo, cujas trajetórias deixaram marcas significativas em seus estilos. As notas de falecimento chegaram ao público por meio de veículos especializados em música.
Brian Wilson, cofundador dos Beach Boys, é lembrado como um dos maiores letristas e criadores de harmonias da música americana. Ozzy Osbourne, ícone do heavy metal e membro fundador do Black Sabbath, encerra uma fase da carreira que influenciou gerações de bandas. Sly Stone foi referência de fusões entre funk, rock e soul.
Roberta Flack, vencedora de múltiplos Grammys, ficou conhecida por canções como The First Time Ever I Saw Your Face e Killing Me Softly With His Song. Connie Francis, pioneira entre as mulheres musicais a liderar no Hot 100, também consta entre as ausências de 2025. Clem Burke, baterista do Blondie, é lembrado pela sua liderança rítmica e contribuições a outros artistas.
Marianne Faithfull, musa dos anos 60, teve uma segunda fase como cantora e compositora, mantendo relevância fora dos holofotes de moda. Raul Malo, frontman dos Mavericks, foi destaque pela performance vocal e presença de palco. Todd Snider ajudou a moldar o alt-country e a música Americana.
Entre veteranos de soul, R&B e rock, constam nomes como Steve Cropper, guitarrista do Booker T. & the MG’s, e Donna Jean Godchaux, voz do Grateful Dead. Eddie Palmieri é lembrado por ter expandido o salsa e o Latin jazz, moldando a música latina moderna.
Outras perdas reforçam a diversidade da indústria: Jill Sobule, Cleto Escobedo III, Sam Rivers, Gary Mounfield, Brenton Hinds e Garth Hudson aparecem na lista como referências de distintas cenas. Também faleceram Dave Burgess, Wayne Osmond, Barry Goldberg e Joe Ely, entre outros.
A cobertura reúne tributos que destacam contribuições históricas. Rick Buckler, da The Jam, e Jellybean Johnson, da The Time, são citados pela influência de seus grupos no panorama musical inglês e americano. Faltas recentes reforçam a necessidade de reconhecer a memória de artistas de distintas origens e estilos.
A lista segue incluindo nomes de peso como Rick Davies, Roy Ayers, Wayne Lewis e Joseph Byrd, cada um com legado específico. Rafael Ithier, líder de El Gran Combo, é citado pela popularização da salsa e pela trajetória que inspirou novas gerações.
Standards de referência permanecem: Joey Molland de Badfinger, Brian James dos Damned, D’Wayne Wiggins dos Tony! Toni! Toné!, Larry Tamblyn dos Standells e Jack DeJohnette, jurado do jazz pela sua atuação com Miles Davis e outros maestros. Cada um reforça a diversidade da cultura musical.
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