Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Assistir a shows ao vivo pode trazer benefícios à saúde

Estudo da Organização Internacional de Pesquisas do Cérebro (IBRO) em 2025 aponta que shows ao vivo geram respostas emocionais e fisiológicas maiores que assistir online, com correlação ao tempo de tela

Fotografia de um show com luzes vermelhas.
0:00
Carregando...
0:00
  • Em estudo de 2025 da Organização Internacional de Pesquisas do Cérebro (IBRO), assistir ao vivo gerou respostas emocionais e fisiológicas mais intensas do que ver pela internet.
  • A plateia ao vivo apresentou maior condutância da pele e, no registro de EEG, níveis de excitação menores durante a apresentação, possivelmente indicando absorção cognitiva mais profunda.
  • O estudo aponta correlação significativa entre tempo de tela e engajamento emocional, sugerindo que uso excessivo de dispositivos pode reduzir a sensibilidade a shows ao vivo.
  • Pesquisas anteriores mostram que intervenções musicais, ao vivo ou gravadas, reduzem ansiedade e melhoram qualidade de vida em pacientes em quimioterapia, com efeitos variando sobre depressão.
  • Um estudo de 2018 sugere que ir a shows a cada quinze dias pode estar associado a maior expectativa de vida, com melhorias em bem-estar, autoestima e estimulação mental, embora não seja revisado por pares.

Em 2025, pesquisas contêm evidências de que assistir a shows ao vivo pode trazer bem-estar e reduzir ansiedade para alguns pacientes, além de associar a experiência a melhora da qualidade de vida e de determinados marcadores de saúde mental. O tema ganha força com dados de estudos que comparam shows presenciais com apresentações online.

Ao ampliar o olhar, a ciência aponta que a vivência ao vivo envolve respostas emocionais e fisiológicas mais intensas do que consumir o conteúdo pela tela. A pesquisa também sugere que o tempo de tela pode influenciar o engajamento emocional durante o show.

Resposta emocional e fisiológica

A IBRO avaliou, em 2025, a diferença entre shows ao vivo e em vídeo por meio de questionários após as apresentações. Os participantes presenciais apresentaram maior responsividade emocional e fisiológica. A condutância da pele aumentou, indicando maior excitação.

Os testes de EEG mostraram níveis de excitação mais baixos durante o show ao vivo, o que pode refletir absorção cognitiva mais profunda, segundo o estudo. Além disso, houve correlação entre tempo de uso de telas e envolvimento emocional.

Impactos sobre ansiedade e qualidade de vida

Pesquisas anteriores, de 2022, com pacientes em quimioterapia, indicaram que intervenções musicais reduziram a ansiedade e elevaram a qualidade de vida, ainda que sem efeito estatístico sobre depressão. Os efeitos variaram conforme a intervenção e a condição clínica.

Estudos italianos de 2017 mostraram que apresentações ao vivo reduziram a ansiedade em pacientes com câncer. Um estudo espanhol de 2024 constatou redução de ansiedade e depressão em pacientes em hemodiálise durante shows presenciais.

Perspectivas de longo prazo

Uma pesquisa de 2018 associou a frequência a shows a uma possível maior expectativa de vida. Os autores ressaltaram que os resultados devem ser interpretados com cautela, já que não passaram pela revisão por pares.

Os dados indicam que frequentar shows regularmente elevou marcadores de bem-estar, como felicidade, autoestima e sensação de proximidade com pessoas. A estimulação mental apresentou a maior melhoria entre os aspectos avaliados.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais