- Lady Gaga participou da série de vídeos My Life in 10 Songs da Rolling Stone, compartilhando memórias musicais que ajudaram a moldar sua carreira.
- Dentre as escolhas, Thunder Road, de Bruce Springsteen, é marcada pela influência do artista na concepção de Born This Way e pela lembrança do pai.
- Beck’s Nicotine & Gravy a inspirou aos 19 anos, morando no Lower East Side, levando-a a desejar mudanças em sua própria música.
- I Was Born This Way, de Carl Bean, influenciou a ideia de transformar um conceito antigo em um pop moderno, gestando Born This Way (2011).
- A lista inclui ainda faixas de Iron Butterfly, David Bowie, Carole King, Miles Davis, Dinah Washington, entre outros, mostrando a diversidade de referências da artista.
A nova série My Life in 10 Songs da Rolling Stone traz Lady Gaga revisitando faixas que marcaram sua trajetória. Em entrevista, a cantora fala sobre o que a descoberta musical na juventude significa para ela e como as canções influenciaram o estilo de suas próprias obras, incluindo o álbum Mayhem.
Gaga abre o relato com Bruce Springsteen, cuja faixa Thunder Road, de Born to Run (1975), foi selecionada de imediato. Ela explica que o roqueiro moldou sua visão de arte, especialmente ao pensar em como incorporar sua identidade à música durante Born This Way, buscando uma mensagem mais pessoal.
A cantora também cita Beck, com nicotine & gravy, de Midnight Vultures (1999). Segundo Gaga, a música retrata a vida de uma jovem de 19 anos na Lower East Side, estimulando-a a desejar transformação ao observar mudanças na carreira do parceiro.
Outro farol é Carl Bean, com I Was Born This Way (1977). Gaga descreve como a canção ajudou a moldar Born This Way, revelando-se como uma virada criativa que ficou entre as mais importantes de sua carreira, artisticamente e socialmente.
Mudanças temáticas: raízes e referências diversas
Entre as escolhas anteriores, constam ainda Iron Butterfly, David Bowie e Heavy Metal Kids, com In-A-Gadda-Da-Vida, Watch That Man e Hey Little Girl, respectivamente. Gaga ressalta o poder de encontrar identificadores musicais que ajudam a compreender quem é.
A trajetória continua com referências dos anos 70, incluindo Stevie Wonder com Superstition e Carole King com Tapestry. A artista destaca a sensação de acolhimento que as vozes e as melodias proporcionam, fortalecendo sua conexão emocional com a música.
Raízes clássicas e romanciamento do passado
No recorte dos 50s, Dinah Washington e Miles Davis aparecem em What a Diff’rence a Day Makes e So What, seguidos por roques clássicos como Sympathy for the Devil, dos Rolling Stones, e Thank You, do Led Zeppelin. Gaga descreve a experiência humana por trás dos ícones.
Ela encerra o mosaico com outras canções dos anos 70 e continua a explorar artistas que contribuíram para a construção de sua identidade musical, destacando o encontro entre dramaticidade e sinceridade na música.
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