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Don Henley vence arquivamento de processo ligado a letras dos Eagles

Tribunal de Nova York rejeita ação de Horowitz por difamação e processo injusto contra Henley e Azoff; Horowitz recorre e mantém ação contra a cidade de Nova York

Don Henley leaving a Manhattan court houe in February 2024.
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  • Tribunal de Nova York rejeita a ação de Horowitz por difamação e/procura maliciosa contra Don Henley e Irving Azoff; caso é próprio encerrado, sem veredito.
  • Horowitz recorre e mantém ação contra a cidade de Nova York; juiz indicou que houve justa causa para processar o acusado, e que documentos não exculparam Horowitz.
  • Caso criminal anterior, envolvendo suposta venda de rascunhos roubados de letras dos Eagles, foi abandonado pelo Ministério Público durante o julgamento.
  • Horowitz afirma que, na operação, envolveu Ed Sanders e a venda das letras a Craig Inciardi e Edward Kosinski; Henley contestou e tentou impedir a venda.
  • Materials manuscritos permanecem na custódia do escritório do Procurador de Manhattan; Horowitz ainda busca a posse das folhas.

Foi rejeitada a ação de Horowitz contra Henley e Azoff, acusando-os de difamação e de uma prisão injusta. O tribunal de Nova York anulou o processo civil movido pelo negociante de livros raros, que alegava perseguição maliciosa por parte dos dois.

A decisão foi proferida pela Suprema Corte do Estado de Nova York, em Manhattan. A juíza Kathleen Waterman-Marshall entendeu que houve causa provável suficiente para a acusação criminal original, com um grande júri que indiciou Horowitz com base numa investigação independente da promotoria. Não houve constatação de má-fé atribuível aos réus.

Horowitz recorreu da decisão e mantém uma ação civil separada contra a cidade de Nova York. Os advogados dele afirmam que pretende reverter a sentença e reargumentar a suspensão do processo, mantendo, ainda, a ação contra a cidade. Já Henley e Azoff, representados por Dan Petrocelli, comemoraram a decisão, afirmando que a acusação envolvendo difamação não procede.

Contexto do caso

O processo criminal envolveu supostos rascunhos de músicas do Eagles, atribuídos a Henley e Glenn Frey, com a venda de cópias manuscritas. Horowitz e dois co-réus foram indiciados em 2022; o caso foi abandonado no decorrer do júri após a promotoria apresentar novas informações.

Situação atual e próximos passos

Documentos que haviam derrubado o caso não foram considerados exculpatórios pela Justiça. Horowitz permanece com a ação contra a cidade de Nova York, enquanto Henley e Azoff aguardam o desfecho da apelação de Horowitz contra eles. A custódia dos notáveis rascunhos continua sob revisão para definir o atual proprietário.

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