- Ace Frehley subiu ao palco pela última vez com a banda solo formada por Jeremy Asbrock, Ryan Spencer Cook e Scot Coogan; o show aconteceu no mês passado e incluiu clássicos do Kiss como Deuce e Cold Gin, além de New York Groove, faixa solo dele.
- Frehley morreu em 16 de outubro aos 74 anos.
- Asbrock, que entrou na banda em 2018, descreveu a apresentação como um “sonho” para fã do Kiss e destacou momentos em que o guitarrista se entregava totalmente à performance.
- A formação final também contou com Cook no baixo e Coogan na bateria; a banda foi criada após um tour com Gene Simmons, quando Frehley pediu aos músicos emprestados.
- Philip Shouse, que tocou com Frehley de 2018 a 2022, ressaltou o lado humano dele, dizendo que era acessível e vulnerável, em contraste com a imagem reservada de outros membros do Kiss.
Quando Ace Frehley, guitarrista icônico do Kiss, subiu ao palco pela última vez, ele estava acompanhado por sua banda solo, formada por Jeremy Asbrock, Ryan Spencer Cook e Scot Coogan. O show ocorreu no mês passado e incluiu clássicos do Kiss como Deuce e Cold Gin, além de faixas solo como New York Groove. Frehley faleceu em 16 de outubro aos 74 anos.
Asbrock, que se juntou a Frehley em 2018, descreveu a experiência como um “sonho” para um fã do Kiss. Ele comentou sobre a surrealidade de tocar ao lado de Frehley, destacando momentos em que o guitarrista se entregava totalmente à performance. “Era como, ‘Man, ali está. Isso é.'”, disse Asbrock.
A formação final da banda de Frehley também contou com Cook no baixo e Coogan na bateria. Curiosamente, a banda foi formada após um tour com Gene Simmons, onde Frehley pediu emprestados os músicos. Asbrock lembrou que Simmons concordou com o pedido, resultando na nova formação que acompanhou Frehley em diversas apresentações.
Impacto Pessoal
Os membros da banda ressaltam o impacto humano de Frehley. Philip Shouse, que tocou com ele de 2018 a 2022, destacou o lado humano do guitarrista, revelando que Frehley era acessível e vulnerável em suas conversas. “Ele é totalmente humano”, afirmou Shouse, contrastando com a imagem mais reservada de outros membros do Kiss.
Os músicos continuam a lidar com a perda de Frehley, refletindo sobre sua influência e legado. Asbrock enfatizou que, apesar da fama, Frehley era uma pessoa comum, que se conectava genuinamente com aqueles ao seu redor. A trajetória de Frehley no palco, marcada por seu carisma e talento, deixa uma marca indelével na história do rock.
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