- O Crystal Bridges Museum of American Art e a Art Bridges Foundation adquiriram 90 obras de arte contemporânea nativa da coleção de John e Susan Horseman.
- A aquisição inclui obras de artistas como Kent Monkman e Jaune Quick-to-See Smith, aumentando a coleção de arte indígena das instituições.
- Nove obras serão expostas no Crystal Bridges, enquanto 81 integrarão a coleção da Art Bridges.
- A nova coleção será apresentada em uma exposição na Alice L. Walton School of Medicine, com abertura programada para o verão de 2024.
- A Art Bridges, fundada em 2017, já possui cerca de 250 obras, com um terço sendo arte indígena.
O Crystal Bridges Museum of American Art e a Art Bridges Foundation, localizados em Bentonville, Arkansas, adquiriram 90 obras de arte contemporânea nativa da coleção de John e Susan Horseman, que visa apoiar artistas indígenas e afro-americanos. Essa aquisição, que inclui obras de artistas renomados como Kent Monkman e Jaune Quick-to-See Smith, representa um avanço significativo nas coleções de arte indígena das instituições.
Das 90 obras, nove serão expostas no Crystal Bridges, enquanto as 81 restantes integrarão a coleção da Art Bridges. Jordan Poorman Cocker, curadora de arte indígena do museu, destacou que a coleção Horseman possui uma rica seleção que narra histórias sobre a história coletiva que antecede os Estados Unidos. O foco do Crystal Bridges é expandir suas coleções de arte nativa, que atualmente representam apenas 3% de seu total.
A Art Bridges, fundada em 2017, já possui cerca de 250 obras, com um terço delas sendo arte indígena. A instituição também promove exposições em mais de 250 museus parceiros nos Estados Unidos. A nova aquisição será apresentada em uma exposição na Alice L. Walton School of Medicine, programada para abrir no verão de 2024. Além disso, três obras de destaque, incluindo It’s A Good Day to Die de T.C. Cannon, serão exibidas no Crystal Bridges no próximo ano.
John Horseman expressou seu desejo de que a arte contemporânea nativa seja exibida ao lado de obras de artistas não nativos, promovendo uma nova percepção sobre esses artistas. A curadora Cocker enfatizou a importância de criar um espaço que respeite as comunidades indígenas e suas histórias, especialmente considerando que Arkansas é parte do Trail of Tears. A aquisição é vista como um passo importante para fortalecer a presença da arte indígena nas narrativas artísticas americanas.
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