Zé Ibarra lançou seu segundo álbum, “AFIM”, no dia 5 de outubro. O cantor de 28 anos, que já trabalhou com grandes nomes da MPB, apresenta um som mais leve e maximalista, diferente do seu álbum anterior, “Marquês, 256”. Ele descreve “AFIM” como uma forma de se expressar mais amplamente, explorando temas sobre amor em suas diversas formas. Zé se apresenta em shows em São Paulo e no Rio de Janeiro e a capa do álbum, que mostra ele escovando os dentes com um braço que não é seu, simboliza sua autenticidade. O álbum conta com a participação de músicos renomados e Zé também toca diferentes instrumentos. As músicas abordam várias facetas do amor e incluem uma nova versão da canção “Segredo”. Zé Ibarra quer mostrar um lado mais divertido e leve, se afastando da imagem de cantor introspectivo.
Um novo capítulo na carreira de Zé Ibarra se inicia com o lançamento de seu segundo álbum, “AFIM”, no dia 5 de outubro. O cantor e compositor, que já colaborou com ícones da MPB, como Gal Costa e Milton Nascimento, apresenta uma nova abordagem musical, mais maximalista e leve, em contraste com seu álbum anterior, “Marquês, 256”.
Zé, de 28 anos, descreve “AFIM” como um disco que reflete sua necessidade de se expressar de forma mais ampla. Ele se apresenta em shows programados para 18 de julho em São Paulo, no Sesc Pompeia, e 6 de agosto no Rio, no Teatro Riachuelo. A capa do álbum, que mostra o artista escovando os dentes com um braço que não é seu, simboliza sua intenção de se mostrar de maneira crua e autêntica.
Uma Nova Energia
O cantor explica que “AFIM” é um reflexo de sua evolução artística. Ele buscou explorar temas variados sobre amor, desde o passado ao presente, e até mesmo o amor doente. Zé destaca que, após três anos de intensa atividade musical, sentiu a necessidade de criar um álbum que o fizesse se sentir novamente inspirado.
Com uma sonoridade diversificada, o álbum conta com a participação de músicos renomados, como o baixista Alberto Continentino e o baterista Thomas Harres. Zé também se aventurou em diferentes instrumentos, incluindo teclado e bateria, para dar vida a suas composições.
Temas e Colaborações
As faixas “Infinito em nós”, “Essa confusão” e “Transe” abordam diferentes facetas do amor, enquanto a recriação de “Segredo”, do grupo Sophia Chablau, traz uma nova interpretação dançante. Zé Ibarra afirma que cada canção do álbum possui uma identidade única, refletindo sua habilidade de transformar e reinventar melodias.
O artista, que se considera mais um produtor musical do que um cantor, busca agora se libertar da imagem do cantor solene e introspectivo. “AFIM” é, portanto, um convite para que o público conheça um Zé Ibarra mais leve e autêntico, pronto para dançar e se divertir no palco.
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