Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Brice Arsène Yonkeu discute identidade e sua nova exposição na Gagosian

A exposição "Ever So Present II" apresenta obras de quatro artistas africanos até 8 de agosto, abordando memória e pertencimento.

Brice Arsène Yonkeu (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00

A exposição “Ever So Present II: Between Home and Elsewhere” está em cartaz na Gagosian, em Nova York, até 8 de agosto. É a segunda parte de uma série que começou em Accra, na fundação dot.ateliers, criada pelo artista Amoako Boafo. O curador Brice Arsène Yonkeu selecionou quatro artistas de ascendência africana que falam sobre memória, migração e pertencimento. Eles são Emma Prempeh, que usa luz e textura para explorar memórias familiares; Josèfa Ntjam, que faz uma fotomontagem conectando figuras históricas; Luke Agada, que reflete sobre transformação e identidade; e Amoako Boafo, que apresenta uma obra sobre acolhimento. Yonkeu destaca que a exposição mostra a complexidade da identidade e que a memória é um tema central. A mostra se adapta ao novo contexto de Nova York, mantendo a essência do que foi criado em Accra, oferecendo ao público uma rica tapeçaria de narrativas visuais.

Exposição “Ever So Present II”

A exposição “Ever So Present II: Between Home and Elsewhere” está em cartaz na Gagosian, em Nova York, até 8 de agosto. Esta mostra é a segunda parte de uma série iniciada em Accra, na fundação dot.ateliers, criada pelo artista Amoako Boafo.

Curadoria e Temas

O curador Brice Arsène Yonkeu reuniu quatro artistas de ascendência africana, que exploram temas como memória, migração e pertencimento. Yonkeu destaca que, embora os artistas sejam emergentes, suas obras refletem uma completude artística. A exposição promove um diálogo visual que transcende identidades simplificadas.

Artistas em Destaque

Entre os artistas, Emma Prempeh utiliza a luz e a textura para abordar memórias familiares, como evidenciado em sua obra Di sea have many ghost, que remete a uma visita significativa à terra natal de sua mãe. Josèfa Ntjam apresenta uma complexa fotomontagem que conecta figuras históricas como Harriet Tubman e Henrietta Lacks, criando uma narrativa sobre resistência e presença.

Luke Agada traz uma abordagem mais abstrata, refletindo sobre transformação e identidade em suas obras, enquanto Amoako Boafo apresenta uma obra figurativa que simboliza acolhimento e reflexão.

Reflexões do Curador

Yonkeu enfatiza que a exposição não busca simplificar a identidade, mas sim mostrar sua complexidade. Ele acredita que cada artista traz uma voz única, e seu papel é criar um espaço onde essas vozes possam ressoar. A presença de memória é um tema central, que emergiu organicamente durante o processo curatorial.

A mostra, que começou em Accra, se adapta ao novo contexto de Nova York, mantendo a essência do que foi criado na capital ganense. “Ever So Present II” é uma oportunidade para o público vivenciar uma rica tapeçaria de narrativas visuais e histórias pessoais.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais