Cerca de 75 membros da Sociedade F. Scott Fitzgerald participaram de um cruzeiro de 90 minutos pela Baía de Manhasset, em Long Island, para explorar os locais que inspiraram o autor de “O Grande Gatsby”, que completa 100 anos em 2025. O evento marcou a abertura da conferência anual da sociedade em Nova York. Kirk Curnutt, professor de inglês, destacou a diversidade dos participantes, incluindo a professora Sarah Churchwell, que falou sobre a relevância do romance hoje. Durante o passeio, Steff Keim se vestiu como Daisy Buchanan, enquanto Matt Quinn comentou sobre o Vale das Cinzas, uma área mencionada no livro. O guia Kevin C. Fitzpatrick, que lidera o passeio desde 2008, fez referências ao personagem Meyer Wolfsheim e ressaltou que as vistas da região permanecem inalteradas há cem anos, passando por mansões que refletem a opulência da Era do Jazz. O cruzeiro não só celebrou a obra de Fitzgerald, mas também ofereceu uma conexão única com a história e a literatura americana.
As nuvens de chuva se dissiparam e o céu azul se abriu para cerca de 75 membros da Sociedade F. Scott Fitzgerald, que se reuniram em um píer em Long Island, Nova York. O evento, realizado em um domingo recente, foi um cruzeiro de 90 minutos pela Baía de Manhasset, explorando os locais que inspiraram o autor de “O Grande Gatsby”, que completa 100 anos em 2025.
O passeio, intitulado “O Grande Gatsby”, marcou a abertura da conferência anual da sociedade, que ocorrerá em Nova York. Kirk Curnutt, professor de inglês na Universidade Troy, destacou a presença de participantes de diversas partes do mundo, incluindo a professora Sarah Churchwell, autora de um artigo sobre a relevância contemporânea do romance. Curnutt, que ensina “Gatsby” a alunos do ensino fundamental, enfatizou a importância de evitar clichês como “sonho americano” ao discutir a obra.
Entre os participantes, Steff Keim, advogada do Bronx, se destacou ao se vestir como Daisy Buchanan, uma das personagens centrais do romance. Ela comentou sobre sua preferência por roupas vintage, refletindo a moda dos anos 1920. Outro membro, Matt Quinn, do Corpo de Bombeiros de Nova York, expressou seu fascínio pelo Vale das Cinzas, uma área mencionada no livro, e ressaltou a importância de se conectar com outros apreciadores da obra.
O Cruzeiro e a História
O guia turístico Kevin C. Fitzpatrick anunciou que o barco estava pronto para partir, fazendo uma referência ao personagem Meyer Wolfsheim. Fitzpatrick, que assumiu a liderança do passeio em 2008, já teve a presença do diretor Baz Luhrmann, que buscava locações para sua adaptação cinematográfica de “Gatsby”. O cruzeiro partiu de Port Washington, passando por mansões históricas que refletem a opulência da época em que Fitzgerald viveu na região.
Durante o passeio, Fitzpatrick destacou a imutabilidade do cenário, afirmando que “as vistas, a topografia e a água não mudaram em cem anos”. O grupo passou por propriedades que, embora modernizadas, ainda preservam a essência da Era do Jazz. O passeio não apenas celebrou a obra de Fitzgerald, mas também proporcionou uma experiência única de conexão com a história e a literatura americana.
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