Liz Collins, uma artista famosa por seu trabalho com têxteis, apresentou duas grandes tapeçarias no Venice Biennale. As obras, chamadas Rainbow Mountains: Moon e Rainbow Mountains: Weather, mostram montanhas com picos que emitem arco-íris em um céu escuro, simbolizando a luta entre alegria e dor. Collins começou a trabalhar nessas peças em 2022, na Holanda, e inicialmente planejou uma tapeçaria maior, mas decidiu fazer duas menores com um fio mais leve. As obras foram levadas para Nova York, onde foram escolhidas para exibição. Collins descreve suas tapeçarias como um espaço onde o perigo e a alegria coexistem, e as montanhas representam um ideal que parece sempre distante. Ela tem explorado temas queer em sua arte desde os anos 1990. Uma nova exposição de suas obras será aberta no Museu da Escola de Design de Rhode Island em julho de 2023 e ficará em cartaz até janeiro de 2026, junto com outras peças em uma mostra no Museu de Arte Moderna. O trabalho de Collins é intenso e muitas vezes envolve colaborações internacionais. Ela se afastou da moda para se dedicar a projetos artísticos mais significativos, continuando a explorar novas formas e cores em suas criações.
Liz Collins, artista renomada no universo têxtil, apresentou recentemente duas tapeçarias de 16 pés no Venice Biennale. As obras, intituladas Rainbow Mountains: Moon e Rainbow Mountains: Weather, refletem sua jornada artística e a dualidade entre alegria e dor. As tapeçarias, que retratam montanhas cujos picos emitem arco-íris em um céu sombrio, foram elaboradas com elegância, destacando-se entre as maiores do evento.
A artista começou a trabalhar nas peças em 2022, no TextielLab, na cidade holandesa de Tilburg. Inicialmente, Collins planejava uma única tapeçaria de 40 pés, mas logo percebeu que suas ambições eram desafiadoras. Após ajustes, ela optou por um fio mais leve, resultando em um produto final que trouxe satisfação. As obras foram levadas para Nova York, onde a curadoria de Adriano Pedrosa manifestou interesse em exibi-las.
Temas e Significados
Collins descreve suas tapeçarias como representações de um “espaço monumental de distorção”, onde a ideia de perigo e horror coexistem com alegria e amor. Para ela, as montanhas simbolizam uma “terra prometida”, algo que se busca, mas que está sempre fora de alcance. Desde os anos 1990, a artista tem explorado temas queer em suas criações, utilizando elementos como arco-íris e bandeiras do orgulho.
A exposição de Collins no Museu da Escola de Design de Rhode Island (RISD) está programada para abrir em 19 de julho de 2023 e ficará em cartaz até 11 de janeiro de 2026. A mostra coincidirá com a exibição de três de suas obras no Museu de Arte Moderna, que faz parte da iniciativa Woven Histories: Textiles and Modern Abstraction.
Processo Criativo
O trabalho de Collins é caracterizado por um intenso labor físico e mental, muitas vezes envolvendo colaborações internacionais. A curadora Kate Irvin destaca que a artista transforma o trabalho árduo em magia, criando formas a partir de fibras. Collins, que se formou na RISD, encontrou sua verdadeira vocação no têxtil, após experiências frustrantes com a pintura.
A artista também se afastou do mundo da moda, onde teve um rápido reconhecimento, para se concentrar em projetos artísticos mais significativos. Sua trajetória inclui performances colaborativas e criações que desafiam normas, como a Pride Dress, feita a partir de uma bandeira americana desgastada. Collins continua a explorar novas paletas e formas, refletindo sobre sua experiência e identidade por meio de suas obras.
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