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Sérgio Britto lança disco solo inspirado em Rita Lee e na estética ‘bossa and roll’

Sérgio Britto lança "Mango Dragon Fruit", seu oitavo álbum solo, com críticas à política brasileira e influências de Rita Lee.

Sérgio Britto, dos Titãs, em ensaio de seu sexto disco solo, 'Mango Dragon Fruit' (Foto: Pedro Dimitrov/Divulgação)
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Sérgio Britto, do grupo Titãs, lançou seu oitavo álbum solo chamado “Mango Dragon Fruit”. O disco mistura bossa nova, MPB e pop, e Britto considera essa sua melhor obra até agora. O álbum inclui uma música quase inédita de Rita Lee e traz reflexões sobre a política brasileira. Britto busca uma nova sonoridade, se distanciando de trabalhos anteriores, e menciona que sua coletânea “Best Of” já apontava essa nova direção. A faixa “Eu Sou do Tempo”, de Rita Lee, fala sobre nostalgia e critica a política atual, com Britto expressando descontentamento tanto com a direita quanto com a esquerda, desejando mudanças. O álbum tem influências de jazz e pop, além de colaborações com Ed Motta e Fernanda Takai, e inclui uma versão de “O Barquinho”. Britto quer se diferenciar do som dos Titãs, afirmando que não faz sentido repetir o passado. “Mango Dragon Fruit” já está disponível nas plataformas digitais.

Sérgio Britto, integrante dos Titãs, lança seu oitavo álbum solo, “Mango Dragon Fruit”, que mistura bossa nova, MPB e pop. O disco, considerado por Britto como a obra mais bem acabada de sua carreira, inclui uma composição quase inédita de Rita Lee e reflete suas reflexões sobre a política brasileira.

O artista destaca que a sonoridade do álbum é uma busca por unidade, distanciando-se de suas associações anteriores. “Recentemente saiu a coletânea ‘Best Of’. Ali tem as músicas dos meus discos pregressos que já apontam esse caminho”, afirma Britto. Ele menciona a influência de Rita Lee, que, segundo ele, “deu o caminho das pedras” para sua nova estética musical.

A faixa “Eu Sou do Tempo”, uma composição de Rita Lee, evoca nostalgia e critica a situação política atual do Brasil. Britto expressa que muitos estão decepcionados com a política, afirmando que “vivemos de utopias, e novas utopias podem ser criadas”. Ele se posiciona contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e critica a atual esquerda, desejando uma renovação política.

Sonoridade e Colaborações

O álbum traz uma forte presença da bossa nova, com percussões que remetem a ritmos brasileiros. Britto reinterpreta clássicos como “O Barquinho” e inclui colaborações com Ed Motta e Fernanda Takai. A música “Bons Tempos Chatos”, com os irmãos Supla e João Suplicy, oferece uma visão bem-humorada sobre a nostalgia.

Britto busca se diferenciar do som dos Titãs, afirmando que “não vejo sentido em você se repetir”. Ele explora uma nova linguagem musical, incorporando elementos de jazz e pop, enquanto mantém suas raízes na bossa nova e MPB. O álbum “Mango Dragon Fruit” está disponível nas plataformas digitais e promete uma nova fase na carreira do artista.

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