Kristen Stewart estreou como diretora no Festival de Cannes com o filme “The Chronology of Water”, após enfrentar oito anos de desafios. O filme é uma adaptação do livro de memórias de Lidia Yuknavitch e conta a história de uma nadadora que lida com traumas de abuso na infância. Durante o festival, Stewart expressou sua felicidade por ver o projeto realizado e descreveu o processo de criação como difícil, mas gratificante. Ela espera que o público se conecte com a obra, que trata de dor e superação. Stewart também comentou sobre como a experiência de dirigir mudou sua visão sobre atuação e destacou a importância da colaboração entre diretor e ator. Ela se sente animada para o futuro e pretende continuar explorando a direção, afirmando que a experiência foi transformadora e a deixou muito feliz.
Na última edição do Festival de Cannes, Kristen Stewart celebrou a estreia de seu primeiro longa-metragem como diretora, The Chronology of Water, após oito anos de desafios. A adaptação do livro de memórias de Lidia Yuknavitch retrata a vida de uma nadadora competitiva, interpretada por Imogen Poots, que enfrenta traumas de uma infância marcada por abuso sexual.
Em uma conversa descontraída durante o festival, Stewart compartilhou sua alegria e alívio por finalmente ver o projeto realizado. “Eu tinha esse filme na cabeça há anos”, afirmou. A diretora descreveu o processo como um “naufrágio”, onde o filme parecia estar “morrendo a cada dia”, exigindo ajustes constantes e uma abordagem criativa flexível.
The Chronology of Water foi bem recebido pela crítica, surpreendendo Stewart. Ela expressou seu desejo de que o público se conecte com a obra, que aborda temas de dor e superação de forma elíptica. “Quero que as pessoas venham. Quase desejo”, disse. A diretora também refletiu sobre sua experiência como atriz e a nova perspectiva que adquiriu ao dirigir. “Nunca mais vou questionar nada”, comentou, enfatizando a importância da colaboração entre diretor e ator.
Stewart revelou que, apesar das dificuldades, o filme se tornou uma expressão autêntica de sua visão. “Acho que é um filme bem puro”, destacou, referindo-se à audácia necessária para realizar a obra. Ela também mencionou a mudança nas regras do tapete vermelho de Cannes, que agora permite mais liberdade de vestuário, refletindo sua própria luta contra convenções.
A diretora está animada com o futuro e pretende continuar a explorar a direção, reconhecendo que a experiência a transformou. “Acho que nunca mais será tão difícil, e quando digo ‘difícil’, coloco entre aspas porque nunca estive tão feliz em toda a minha vida”, concluiu.
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