Jacqueline Sato viajou para o Festival de Cannes 2024, que acontece de 13 a 24 de maio, na França. Ela vai atuar como produtora e atriz, e o Brasil é o país homenageado nesta edição. Em uma entrevista, Jacqueline expressou sua felicidade em participar do festival, que é um grande evento da indústria do cinema. Ela vai dividir seu tempo entre o festival e o Marché du Film, onde ocorrem negociações importantes para produções e co-produções. Além disso, ela vai prestigiar as estreias de filmes e se conectar com outros profissionais do setor. Jacqueline tem trabalhado em projetos que abordam questões de gênero e identidade, como a série “Mulheres Asiáticas” e a novela “Volta Por Cima”. Ela também foi produtora associada do curta “Amarela”, que está competindo em Cannes. Entre os filmes que mais aguarda, ela destaca “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, e outros títulos internacionais de diretores renomados.
Jacqueline Sato embarcou no último sábado para a 78ª edição do Festival de Cannes, que ocorre entre os dias 13 e 24 de maio, na Riviera Francesa. A atriz brasileira se destaca neste evento não apenas como artista, mas também como produtora, ampliando sua atuação no mercado audiovisual. O Brasil é o país homenageado nesta edição do festival.
Em entrevista, Sato ressaltou a importância de sua participação no evento, que reúne a elite da indústria cinematográfica mundial. “Estar no Festival de Cinema de Cannes é um enorme privilégio”, afirmou. Ela mencionou que sua agenda incluirá tanto o festival quanto o Marché du Film, um mercado paralelo onde ocorrem negociações de produções e co-produções internacionais.
A atriz também destacou o valor cultural do festival. “Prestigiar as premières dos filmes concorrentes e conhecer novos títulos amplia minha visão de mundo e possibilidades de criação,” disse. Jacqueline participará da cerimônia de abertura, um momento simbólico para sua carreira como mulher e profissional da indústria criativa.
Nos últimos anos, Jacqueline tem se dedicado a projetos que abordam questões de gênero, raça e identidade. Ela foi idealizadora da série documental “Mulheres Asiáticas” e atuou na novela “Volta Por Cima”, quebrando estereótipos sobre mulheres racializadas. No cinema, foi produtora associada do curta “Amarela”, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes.
Entre os filmes que Sato aguarda, ela destaca “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, e outros títulos internacionais como “Highest 2 Lowest”, de Spike Lee. “Nosso Brasil sendo representado em alto grau é maravilhoso,” concluiu, animada com as oportunidades que o festival oferece.
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