Maria Chrisá, uma artista visual e fotógrafa do Rio de Janeiro, foi escolhida como a única representante do Brasil na Rotterdam Photo, uma importante exposição internacional de fotografia que acontece de 16 a 25 de maio em Roterdã, na Holanda. Sua obra, chamada “Disconnection”, já ganhou um prêmio em Londres e retrata a bailarina Paloma Chediak. A fotografia aborda o tema da hiperconectividade e suas consequências nas relações humanas na era digital. O evento, que começou em 2016, reúne cerca de 40 artistas de várias partes do mundo e busca destacar novos talentos na fotografia. A participação de Chrisá é um marco para a arte brasileira no exterior.
Maria Chrisá, artista visual e fotógrafa carioca, foi a única brasileira selecionada para o Rotterdam Photo, uma renomada exposição internacional de fotografia. O evento ocorre de 16 a 25 de maio no Museumpark, em Roterdã, na Holanda. A obra que a representa, intitulada “Disconnection”, já foi premiada na exposição “Habitat” em Londres.
A fotografia de Chrisá, que apresenta a bailarina e coreógrafa Paloma Chediak, explora o conflito da hiperconectividade na sociedade contemporânea. A artista destaca que sua obra reflete sobre as relações humanas em um mundo cada vez mais digital. O Rotterdam Photo, fundado em 2016, tem como objetivo revelar novos talentos da fotografia e conta com a participação de cerca de 40 artistas de diversas partes do mundo.
A seleção de Chrisá para este evento internacional reafirma seu destaque no cenário artístico. A artista já conquistou reconhecimento por seu trabalho inovador e provocativo, que desafia as percepções sobre a conexão e desconexão na vida moderna. A presença de uma artista brasileira em uma plataforma tão significativa é um marco importante para a representação da arte do Brasil no exterior.
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