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Bárbara Paz dirige Willem Dafoe em ‘Cuddle’, drama sobre vendedor de abraços

Bárbara Paz lança "Cuddle", seu primeiro longa de ficção com Willem Dafoe, explorando solidão e afeto em um futuro próximo.

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Bárbara Paz, atriz e diretora, lançou seu primeiro longa-metragem de ficção chamado Cuddle, com Willem Dafoe como protagonista. O filme fala sobre solidão e a busca por afeto em um futuro próximo, onde o personagem de Dafoe, Dante, é um abraçador profissional que enfrenta um vício em analgésicos e a solidão, aliviada apenas pela companhia de seu cachorro. A história muda quando Dante tem um encontro inesperado que traz uma nova intimidade. Paz comentou que Cuddle reflete a solidão da sociedade atual, citando Guimarães Rosa. Dafoe também expressou entusiasmo em trabalhar novamente com Paz, destacando que o filme aborda a necessidade de conexão humana e os desafios emocionais que muitos enfrentam hoje.

Bárbara Paz, atriz e diretora, estreia seu primeiro longa-metragem de ficção, Cuddle, com Willem Dafoe no papel principal. O filme, que explora a solidão e a busca por afeto em um futuro próximo, é uma parceria entre a Conspiração, a Infinity Hill e a produtora de Paz.

Cuddle marca a terceira colaboração entre Paz e Dafoe, que já trabalharam juntos em projetos como o documentário Babenco: Diga-me Quando Eu Morrer e o filme Meu Amigo Hindu. No novo longa, Dafoe interpreta Dante, um abraçador profissional que oferece conforto em um mundo onde o afeto é escasso. O personagem enfrenta um vício em analgésicos e a solidão, que é aliviada apenas pela companhia de seu cachorro.

A trama se intensifica quando um encontro inesperado desafia a rotina de Dante, proporcionando uma nova e frágil intimidade. Em suas redes sociais, Bárbara Paz destacou que Cuddle é uma reflexão sobre a solidão contemporânea, onde o afeto se tornou algo raro e muitas vezes transacional. Ela citou Guimarães Rosa para ilustrar a solidão que permeia a sociedade atual.

Willem Dafoe expressou sua empolgação em retornar ao trabalho com Paz, ressaltando que o filme não apenas aborda a solidão, mas também a necessidade de conexão humana. Ele afirmou que a narrativa capta o espírito do nosso tempo, refletindo sobre os desafios emocionais que muitos enfrentam na atualidade.

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