Mário de Andrade é destaque com o relançamento de O Turista Aprendiz pela Tinta da China Brasil. Esta nova edição inclui fotos inéditas da viagem que ele fez em 1927 e uma apresentação de Flora Thomson-DeVeaux, que mostra a importância dessa expedição para a obra do autor. Em 1925, Andrade já havia expressado sua “fome de Brasil” em seus Dois Poemas Acreanos, mostrando seu desejo de se conectar com a cultura nacional. A viagem pela Amazônia foi fundamental para sua busca por uma arte genuinamente brasileira. Os poemas “Descobrimento” e “Acalanto do Seringueiro” mostram sua ligação com a terra e seu povo. Andrade também escreveu a Luís da Câmara Cascudo sobre sua vontade de explorar o Brasil, mencionando uma “fome física” por sua cultura. A nova edição traz o manuscrito revisado que ele preparou para publicação em 1943, além de anotações sobre sua jornada que começou no Rio de Janeiro e passou por várias cidades até chegar ao Peru. Durante a expedição, ele registrou suas impressões sobre a Amazônia, destacando a beleza da foz do Amazonas e seu amor por Belém. A obra reflete sua busca por uma identidade nacional, que ele considerava essencial para alcançar uma grandeza universal na arte. A crítica Walnice Nogueira Galvão afirma que a “fome de Brasil” foi crucial na construção da obra de Andrade, que buscou unir o país. A nova edição de O Turista Aprendiz resgata essa viagem e reafirma a importância de Mário de Andrade na literatura brasileira.
Mário de Andrade é novamente o centro das atenções com o relançamento de O Turista Aprendiz pela Tinta da China Brasil. A nova edição traz fotos inéditas da expedição de 1927 e uma apresentação de Flora Thomson-DeVeaux, ressaltando a relevância da viagem na obra do autor modernista.
Em 1925, Andrade expressou sua “fome de Brasil” em seus Dois Poemas Acreanos, que refletem seu desejo de se conectar com a cultura nacional. A viagem que fez pela Amazônia em 1927, documentada em O Turista Aprendiz, foi crucial para sua busca por uma arte genuinamente brasileira.
Os poemas “Descobrimento” e “Acalanto do Seringueiro” revelam a profunda conexão de Andrade com a terra e suas gentes. Em uma carta a Luís da Câmara Cascudo, o autor descreveu sua ânsia por explorar o Brasil, afirmando que sentia uma “fome física” de sua cultura.
A nova edição de O Turista Aprendiz recupera o manuscrito revisado por Andrade, que estava pronto para publicação em 1943. Além das fotografias, o livro inclui anotações que documentam a viagem de Andrade, que começou no Rio de Janeiro e passou por diversas cidades até chegar ao Peru.
Durante a expedição, Andrade registrou suas impressões sobre a Amazônia, descrevendo a grandiosidade da foz do Amazonas e sua paixão por Belém. A obra é um testemunho da busca do autor por uma identidade nacional, que ele acreditava ser essencial para alcançar uma grandeza universal na arte.
A crítica literária Walnice Nogueira Galvão destaca que a “fome de Brasil” foi fundamental na construção da obra de Andrade, que buscou desestabilizar fronteiras em favor de uma unidade brasileira. A nova edição de O Turista Aprendiz não apenas resgata a viagem, mas também reafirma a importância de Mário de Andrade na literatura brasileira.
Entre na conversa da comunidade