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Casa Amadeo: a icônica loja de música que preserva a história de Puerto Rico em Nova York

Músico porto-riquenho Miguel Ángel Amadeo critica o reguetón e reafirma sua identidade como "boricua" em meio à história da música latina.

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Miguel Ángel Amadeo, conhecido como Mike, é um músico porto-riquenho que se mudou para Nova York aos 13 anos. Ele é o dono da Casa Amadeo, uma loja de música famosa no Bronx, que é a mais antiga da cidade. Mike compôs mais de 300 canções e trabalhou com artistas renomados da música latina, como Celia Cruz e Héctor Lavoe. Ele não se identifica com o gênero salsa, que considera uma invenção, e se recusa a ser chamado de “neoyorican”, preferindo se identificar como “boricua”. Mike expressa seu desdém pelo reguetón, afirmando que não gosta do estilo, mas não é algo pessoal. Apesar de sua loja ter poucos clientes atualmente, ele continua a abrir as portas todos os dias, vendendo discos e compartilhando sua paixão pela música.

Miguel Ángel Amadeo, conhecido como Mike, é um músico e compositor porto-riquenho que se destacou em Nova York. Ele chegou à cidade aos treze anos e é o proprietário da Casa Amadeo, uma loja de música icônica no Bronx, que opera desde mil novecentos e quarenta e um.

Amadeo compôs mais de trezentas canções e colaborou com artistas renomados da música latina, como Celia Cruz e Héctor Lavoe. Ele se tornou uma figura central na cena musical hispânica de Nova York, embora não se identifique com o gênero de salsa, que considera uma invenção para descrever estilos como a plena e a bomba.

A Casa Amadeo, anteriormente chamada Casa Hernández, foi adquirida por Amadeo em mil novecentos e sessenta e nove. Ele mantém a loja aberta de segunda a sábado, mesmo com a clientela reduzida. Os discos são vendidos a preços acessíveis, mas apenas em dinheiro, pois o proprietário não aceita cartões.

Amadeo expressa seu desdém pelo reguetón, afirmando: “Odio o reguetón. Não é nada pessoal, mas acredito na forma.” Ele se recusa a ser rotulado como “neoyorican”, preferindo a identidade de “boricua”. Apesar de sua longevidade na indústria, ele não se preocupa com o futuro da loja após sua partida.

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