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Artista reconhece que o Kiss é mercenário, assim como todos na indústria

Gene Simmons, cofundador do Kiss, anuncia novos projetos após o fim da banda, incluindo festival em São Paulo e filme na Netflix.

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Gene Simmons, um dos fundadores do Kiss, anunciou que a banda vai acabar após 50 anos de carreira, com um último show no Madison Square Garden em dezembro de 2023. Mesmo assim, ele já tem novos planos, como um festival em São Paulo e um filme na Netflix. Em uma entrevista, Simmons disse que sua primeira apresentação após o fim do Kiss será no festival Summer Breeze, que acontecerá em abril na capital paulista, onde tocará músicas conhecidas e algumas que nunca foram apresentadas ao vivo. Ele terá músicos renomados ao seu lado. Simmons também recordou a primeira vez que o Kiss se apresentou no Brasil, em 1983, quando a segurança foi feita pelo exército. Durante a turnê de despedida, ele desmaiou em Manaus, mas continuou no palco. Além do filme, ele planeja um espetáculo com avatares e inteligência artificial, com um investimento de R$ 200 milhões. Simmons comentou que o rock “já morreu” e elogiou artistas como P!nk e Metallica. Ele também falou sobre política, prevendo um possível retorno de Donald Trump à presidência dos EUA.

Gene Simmons, cofundador do Kiss, anunciou o fim da banda após 50 anos de carreira, encerrando as atividades com um show no Madison Square Garden em dezembro de 2023. No entanto, o músico de 74 anos já planeja novos projetos, incluindo um festival em São Paulo e um filme na Netflix.

Em entrevista ao Estadão, Simmons revelou que a primeira apresentação após o término do Kiss será no festival Summer Breeze, que ocorrerá entre os dias 26 e 28 de abril na capital paulista. “Vamos nos divertir, tocar as músicas que todo mundo conhece e outras que nunca foram executadas ao vivo”, afirmou. Ele estará acompanhado por músicos renomados, como os guitarristas Brent Woods e Jason Walker, e o baterista Brian Tichy.

A relação de Simmons com o Brasil é histórica. O Kiss estreou no país em 1983, quando shows internacionais eram raros. “Nossa segurança foi feita pelo exército brasileiro, que nos levou em tanques”, relembra. Desde então, a banda encantou o público brasileiro com sucessos como Rock And Roll All Nite e Detroit Rock City.

Durante a turnê de despedida, Simmons enfrentou um episódio de desmaio em Manaus, mas se recusou a deixar o palco. “Nunca se renda!”, disse ele, enfatizando sua determinação. O Kiss se despediu em grande estilo, e Simmons expressou tanto orgulho quanto tristeza pela trajetória da banda.

Além do filme na Netflix, Simmons mencionou um espetáculo de avatares com inteligência artificial, um projeto que envolve um investimento de R$ 200 milhões. “Espere e veja”, respondeu ele sobre o novo show digital. O músico também comentou sobre a atual cena musical, afirmando que o rock “já morreu” e que a culpa é dos fãs que baixam músicas de graça.

Simmons elogiou performances de artistas contemporâneos, como P!nk, Rammstein e Metallica. Ele também compartilhou suas ideias para sua carreira solo, mencionando uma possível colaboração com Tony Iommi, do Black Sabbath. Por fim, o músico expressou sua visão sobre a política americana, prevendo um retorno de Donald Trump à Casa Branca.

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