O Museu Framji Dadabhoy Alpaiwalla, localizado em Mumbai, é dedicado à comunidade Parsi, que é uma das mais antigas do mundo e está em rápido declínio. Com apenas 50.000 a 60.000 membros, os Parsis são descendentes de persas que fugiram para a Índia há séculos. O museu, recentemente renovado, exibe artefatos históricos, como réplicas de um Templo de Fogo e uma Torre do Silêncio, que ajudam a explicar a cultura e as tradições dos Parsis. Entre os itens em exibição, há objetos antigos de lugares como Babilônia e Mesopotâmia, além de mapas que mostram as rotas de migração dos Zoroastrianos para a Índia. O museu também apresenta móveis, manuscritos e retratos de figuras importantes da comunidade, como Jamsetji Tata, fundador do Grupo Tata. A nova estrutura do museu oferece visitas guiadas e exibições modernas, tornando-se um espaço importante para quem deseja aprender mais sobre essa cultura rica e sua história.
O Museu Framji Dadabhoy Alpaiwalla, localizado em Mumbai, reabriu suas portas após uma renovação e agora exibe artefatos históricos da comunidade Parsi, que enfrenta um rápido declínio populacional. Com apenas 50 mil a 60 mil membros, os Parsis são descendentes de persas que fugiram da perseguição religiosa há séculos.
O curador Kerman Fatakia destaca que o museu busca aumentar a visibilidade da cultura Parsi. Entre os itens em exibição estão réplicas de um Templo de Fogo e uma Torre do Silêncio, que ilustram práticas funerárias da comunidade. O museu também apresenta objetos antigos, como tijolos cuneiformes e moedas de civilizações como Babilônia e Mesopotâmia, datados de 4000 a 5000 a.C..
Além disso, o espaço abriga uma réplica do cilindro de Ciro, considerado um dos primeiros documentos de direitos humanos. O museu traça as rotas migratórias dos Zoroastrianos que se estabeleceram na Índia entre os séculos VIII e X, e novamente no século XIX, fugindo de perseguições.
Exibições e Contribuições
A coleção inclui móveis, manuscritos e retratos de figuras proeminentes, como Jamsetji Tata, fundador do Grupo Tata. O museu também destaca a riqueza adquirida pelos Parsis no século XIX, através do comércio de chá, seda e algodão com a China.
Os visitantes podem explorar a vida e as tradições da comunidade Parsi por meio de exposições interativas. Fatakia ressalta que, apesar de ser um espaço pequeno, o museu é rico em história e oferece uma oportunidade única para pessoas de todo o mundo conhecerem mais sobre essa cultura.
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