O CEAP lançou um edital chamado ‘Viva Pequena África – BNDES Fundo Cultural’, que oferece até R$ 5 milhões para apoiar projetos culturais afro-brasileiros. O evento de lançamento ocorreu no Armazém Docas Dom Pedro II, perto do Cais do Valongo, um importante local histórico no Rio de Janeiro. O edital destina entre R$ 50 mil e R$ 500 mil para instituições que queiram preservar e promover a cultura afro-brasileira. As inscrições estão abertas até 5 de junho e podem ser feitas no site da iniciativa. O Instituto Feira Preta, fundado por Adriana Barbosa, também participa do projeto, que começou como uma feira de rua e se tornou a maior feira de cultura negra da América Latina.
O Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP) lançou, nesta segunda-feira, dia 5 de junho, o edital da iniciativa ‘Viva Pequena África – BNDES Fundo Cultural’. O evento ocorreu no Armazém Docas Dom Pedro II/André Rebouças, próximo ao Cais do Valongo, um local histórico no Rio de Janeiro, reconhecido como Patrimônio Cultural e principal ponto de desembarque de africanos escravizados nas Américas.
A iniciativa destina até R$ 5 milhões para apoiar projetos culturais afro-brasileiros, com valores entre R$ 50 mil e R$ 500 mil. O objetivo é fortalecer instituições e coletivos culturais na região histórica do Centro do Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de junho pelo site oficial da iniciativa.
O Instituto Feira Preta, fundado por Adriana Barbosa em 2002, também participa do projeto. Inicialmente uma pequena feira de rua, a instituição se tornou a maior feira de cultura negra da América Latina. O edital visa promover e preservar a cultura afro-brasileira, destacando a importância da valorização da herança cultural na sociedade contemporânea.
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