Um menino danificou a pintura Grey, Orange on Maroon, No. 8 (1960) de Mark Rothko, avaliada em cerca de 50 milhões de euros, enquanto estava exposta no Museu Boijmans Van Beuningen, em Roterdã. O incidente ocorreu durante um momento sem vigilância e causou pequenos arranhões na camada de tinta da obra. O museu informou que o dano é superficial e que está buscando ajuda para restaurar a pintura. Eles esperam que a obra possa ser exibida novamente no futuro. A restauração é complicada devido aos materiais usados por Rothko. O quadro estava em um depósito acessível ao público como parte de uma exposição. Este não é o primeiro caso de dano a uma obra de Rothko; em 2012, outra pintura sua foi vandalizada, levando a um longo processo de restauração.
Um incidente no Museu Boijmans Van Beuningen, em Roterdã, resultou em danos à obra Grey, Orange on Maroon, No. 8 (1960), de Mark Rothko, avaliada em cerca de 50 milhões de euros. O quadro foi danificado por um menino que causou pequenos arranhões na camada de tinta durante um momento sem vigilância.
O museu informou que o dano é superficial, afetando a parte inferior da pintura. Um porta-voz declarou que a instituição está buscando orientação para a restauração e que a obra poderá ser exibida novamente no futuro. O museu não divulgou informações sobre os custos de reparo.
A pintura estava em exibição no Depósito, uma área acessível ao público, como parte de uma exposição de obras populares. Rothko, um dos principais nomes do expressionismo abstrato, é conhecido por suas composições de cores que evocam experiências místicas. Especialistas alertam que obras modernas sem verniz, como esta, são particularmente vulneráveis a danos.
A diretora de conservação da Fine Art Restoration Company, Sophie McAloone, destacou que a combinação de materiais modernos e a falta de uma camada protetora tornam os danos mais perceptíveis. Este não é o primeiro caso de dano a uma obra de Rothko; em 2012, a pintura Black on Maroon (1958) foi vandalizada, resultando em um longo processo de restauração.
O museu está atualmente avaliando os próximos passos para o tratamento da obra danificada, mas ainda não há informações sobre a responsabilidade pelos custos de reparo.
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