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Drake processa Universal Music Group por difamação após show de Kendrick Lamar no Super Bowl

Drake amplia processo contra a Universal Music Group, alegando que a exposição da música "Not Like Us" gerou ameaças à sua família.

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Drake está processando a Universal Music Group por difamação por causa da música “Not Like Us”, de Kendrick Lamar, que o chama de “pedófilo certificado”. Ele ampliou a ação após o Super Bowl e os Grammys, alegando que esses eventos aumentaram a visibilidade da música e resultaram em ameaças contra ele e sua família. A UMG quer que o processo seja rejeitado, dizendo que as alegações são absurdas e que isso pode afetar a liberdade de expressão dos artistas. Os advogados de Drake afirmam que Lamar não cantou a parte mais polêmica durante sua apresentação no Super Bowl, pois é claramente difamatória. A UMG também nega as acusações e diz que Drake está sendo mal aconselhado. A juíza permitiu que Drake continue a coletar provas, e o julgamento deve começar no verão de 2026, a menos que haja um acordo antes.

Drake amplia ação contra gravadora após shows e premiações

O rapper Drake intensificou sua ação judicial contra a Universal Music Group (UMG), alegando difamação relacionada à música “Not Like Us”, de Kendrick Lamar. A ação original, movida em janeiro, foi expandida após o Super Bowl e a cerimônia do Grammy, eventos que, segundo Drake, aumentaram a exposição da canção e geraram ameaças a ele e sua família.

Acusações e alegações de difamação

A disputa tem origem em uma troca de insultos entre os rappers Drake e Lamar no ano passado. Na música “Not Like Us”, Lamar acusou Drake de ser um “pedófilo certificado”, alegação que o rapper nega veementemente. A UMG busca a rejeição do processo, argumentando que a ação é “absurda” e pode restringir a proteção à liberdade de expressão de artistas.

Super Bowl e Grammy amplificaram a exposição

De acordo com documentos judiciais, a apresentação de Lamar no intervalo do Super Bowl, que alcançou 133,5 milhões de telespectadores, e a cerimônia do Grammy, com 15,4 milhões de telespectadores, expuseram a música a um público ainda maior. Os advogados de Drake argumentam que Lamar evitou cantar a linha mais controversa durante o show, pois “quase todos entendem que é difamatória”.

Gravadora nega as acusações

A UMG nega as alegações de difamação e afirma que Drake está sendo “mal aconselhado” por seus representantes legais. A gravadora também contesta as alegações de que teria pago para inflacionar o número de reproduções da música online. A UMG alega que a ação judicial é “ilógica” e “frivolosa”.

Próximos passos e cronograma

A juíza Jeannette Vargas rejeitou uma tentativa da UMG de suspender a fase de coleta de provas, permitindo que Drake prossiga com a solicitação de documentos relacionados ao Super Bowl, ao Grammy, ao contrato de Lamar e outros detalhes. O julgamento está previsto para começar no verão de 2026, caso não haja um acordo extrajudicial.

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