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Dan Sickles explora a arte digital e a autonomia econômica em ‘New Here’

Cineasta Dan Sickles lança "New Here", documentário que desmistifica a Crypto Art e destaca artistas de classe média no universo dos NFTs.

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Dan Sickles, um cineasta conhecido por documentários sobre comunidades marginalizadas, está lançando um novo filme chamado “New Here”, que explora o mundo da Crypto Art. O documentário, que estreia na primavera de 2025, busca mudar a visão negativa sobre NFTs e blockchain, focando em artistas de classe média. Sickles, que já abordou temas como a comunidade trans em Porto Rico e casais no espectro do autismo, acredita que muitos artistas enfrentam críticas injustas. Ele destaca que nem todos são golpistas ou ganham milhões. O filme inclui entrevistas com artistas digitais e historiadores, além de uma narrativa guiada por um personagem fictício que investiga as origens da blockchain. A produção foi apoiada por sua nova empresa, a DPOP Studios, e Sickles arrecadou cerca de R$ 650 mil para o projeto, com parte da receita das vendas de NFTs destinada ao elenco. Artistas como Rhea Myers, que participa do documentário, querem corrigir a ideia de que a Crypto Art é elitista. Sickles vê o filme como uma chance de mostrar como a blockchain pode dar autonomia econômica a artistas e grupos marginalizados, permitindo que eles se sustentem sem intermediários.

O cineasta Dan Sickles está lançando um novo documentário intitulado “New Here”, que explora o universo da Crypto Art. O filme, previsto para estrear na primavera de 2025, busca desmistificar a percepção negativa sobre NFTs (tokens não fungíveis) e blockchain, destacando artistas de classe média.

Sickles, conhecido por seu trabalho com comunidades marginalizadas, encontrou na Crypto Art um tema relevante. Ele afirma que muitos artistas enfrentam críticas, mas ressalta que “não todo mundo é um golpista ou está fazendo $69 milhões”. O documentário apresenta entrevistas com artistas digitais e historiadores, além de uma narrativa guiada por um personagem fictício que explora as origens da tecnologia blockchain.

A produção foi impulsionada por uma rede de apoio, incluindo sua nova empresa, a DPOP Studios. Sickles conseguiu arrecadar cerca de R$ 650 mil para o projeto através de doações e vendas de NFTs, com 15% da receita destinada ao elenco. Ele enfatiza a importância de criar modelos colaborativos para a produção artística.

Artistas como Rhea Myers, que participa do documentário, destacam a necessidade de corrigir equívocos sobre a Crypto Art, que é frequentemente vista como uma incursão elitista no mundo da arte. Para Sickles, o filme é uma oportunidade de mostrar como a blockchain pode proporcionar autonomia econômica a artistas e grupos marginalizados, permitindo que eles se sustentem sem intermediários.

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