“American Psycho”, filme de 2000, continua relevante hoje, especialmente com a influência das redes sociais. O protagonista, Patrick Bateman, interpretado por Christian Bale, é um banqueiro que leva uma vida dupla como serial killer, refletindo a obsessão moderna por consumo e aparência. Sua rotina matinal, cheia de cuidados com a pele e exercícios, é semelhante ao que muitos influenciadores fazem atualmente. O professor Jaap Kooijman destaca que a superficialidade da identidade hoje é parecida com a de Bateman. O filme critica o consumismo dos anos 1980, mas agora se conecta com a cultura das redes sociais, onde a busca por produtos que aumentam a autoestima se intensificou. Bateman representa o “serial consumerism”, mostrando como sua identidade é vazia e ligada à busca por status. Ele é visto como um símbolo do “sigma male”, um ideal masculino que valoriza a aparência e despreza as mulheres. Essa imagem ainda ressoa na cultura atual, onde a insatisfação com a aparência é comum. “American Psycho” se torna um reflexo da sociedade, onde a identidade é uma coleção de rótulos e produtos, mostrando a luta por reconhecimento em um mundo superficial.
Vinte e cinco anos após seu lançamento, “American Psycho” continua relevante, especialmente em um mundo dominado pelas redes sociais. O filme, estrelado por Christian Bale como Patrick Bateman, um banqueiro e serial killer, expõe a obsessão contemporânea por consumo e estética. A rotina matinal de Bateman, que inclui cuidados com a pele e exercícios físicos, reflete comportamentos que hoje são comuns entre influenciadores digitais.
A análise do professor Jaap Kooijman, da Universidade de Amsterdã, destaca que a superficialidade da identidade moderna é semelhante à de Bateman. O filme, que critica o consumismo dos anos 1980, agora se conecta com a cultura das redes sociais, onde rotinas de beleza e fitness são exibidas em detalhes. A busca por produtos que elevam a autoestima se intensificou, tornando as práticas de Bateman quase normais.
O conceito de “serial consumerism” é central na narrativa, onde a identidade de Bateman é uma construção vazia, refletindo a busca incessante por status. O personagem é frequentemente associado ao “sigma male”, um ideal masculino que valoriza a aparência e despreza as mulheres. Essa representação, embora debatida, revela como a cultura contemporânea ainda se alimenta de padrões de beleza e sucesso.
Por fim, a mensagem de Bateman ressoa em um ambiente digital que promove a insatisfação constante com a aparência. A busca por validação através de likes e seguidores ecoa a superficialidade do personagem. “American Psycho” se torna, assim, um espelho da sociedade atual, onde a identidade é uma coleção de rótulos e produtos, refletindo a luta por reconhecimento em um mundo cada vez mais superficial.
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