O Conpresp aprovou o Espaço Augusta como Área de Proteção Cultural, agora chamado Espaço Petrobras de Cinema, após receber patrocínio. Essa decisão garante que o cinema e o café no Anexo sejam mantidos, mesmo com autorizações anteriores para demolição. Qualquer mudança no local precisará da aprovação do Conpresp. O processo de preservação começou em fevereiro de 2023, impedindo a demolição do Anexo e do Café Fellini, que pertencem à incorporadora Vila 11. Embora um projeto alternativo para novas salas de cinema e um café tenha sido aprovado, uma liminar judicial suspendeu a demolição, e o caso está parado. Cineastas como Ugo Giorgetti e Walter Salles destacaram a importância do Espaço Augusta como um local cultural significativo. Um representante da Vila 11 afirmou que a empresa apoia a preservação cultural.
O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo (Conpresp) aprovou, em 14 de abril, o enquadramento do Espaço Augusta como Área de Proteção Cultural (APC). O local, que agora se chama Espaço Petrobras de Cinema, recebeu patrocínio da estatal e já estava em processo de preservação desde fevereiro de 2023.
O enquadramento como APC assegura a continuidade do uso do cinema e do café no Anexo, apesar de autorizações anteriores para demolição. Mudanças no imóvel precisarão da aprovação do Conpresp. O café Fellini opera no anexo, e a categoria APC prioriza o uso cultural em detrimento da estrutura física.
O processo de preservação foi iniciado em fevereiro de 2023, impedindo a demolição do Anexo e do Café Fellini, que estavam sob a responsabilidade da incorporadora Vila 11. Em 2023, um projeto alternativo para a construção de salas de cinema e um café foi aprovado, mas uma liminar judicial suspendeu a demolição do Anexo, e o processo permanece estagnado.
O cineasta Ugo Giorgetti e o diretor Walter Salles destacaram a importância do Espaço Augusta como um ponto de encontro cultural. Salles afirmou que o local “desvendou filmes e criou gerações de cinéfilos”. Um representante da Vila 11 declarou que a empresa não se opõe ao enquadramento como APC, reafirmando o compromisso com a preservação cultural.
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