Clarice Freire, escritora e ilustradora de Pernambuco, lançou seu primeiro romance chamado “Para não acabar tão cedo”. A história fala sobre duas irmãs idosas que, de repente, acordam jovens e reflete sobre o envelhecimento. O livro foi escrito ao longo de seis anos e tem uma capa com uma aquarela feita pela própria autora, mostrando as personagens Lia e Augusta ligadas por uma ampulheta. Clarice, que ficou conhecida com seu blog “Pó de Lua” e foi finalista do Prêmio Jabuti em 2017, critica como a cultura ocidental vê o envelhecimento, questionando se é possível envelhecer em paz. O editor Lucas Telles destaca que Clarice traz um olhar delicado e irônico sobre a vida, misturando poesia com prosa de forma impressionante. No romance, ela homenageia mulheres nordestinas e matriarcas brasileiras, refletindo suas raízes no Sertão de Pernambuco e no Agreste, e afirma que essas mulheres são símbolos de força.
A escritora, poeta e ilustradora pernambucana Clarice Freire lançou seu romance de estreia, “Para não acabar tão cedo”, que explora a vida de duas irmãs idosas que acordam jovens. O livro foi escrito ao longo de seis anos e reflete sobre o envelhecimento e a passagem do tempo.
Clarice, que ganhou notoriedade com seu blog “Pó de Lua”, já foi finalista do Prêmio Jabuti em 2017 na categoria ilustração. A nova obra apresenta uma capa com aquarela de sua autoria, mostrando as personagens Lia e Augusta ligadas por uma ampulheta.
A autora critica a forma como a cultura ocidental lida com o envelhecimento, questionando se é possível “envelhecer em paz”. Para Lucas Telles, editor-executivo da Record, Clarice traz um olhar delicado e irônico sobre a realidade, mesclando poesia à prosa de maneira primorosa.
No romance, Clarice homenageia mulheres nordestinas e matriarcas brasileiras, refletindo suas raízes no Sertão de Pernambuco e no Agreste. “Elas são símbolos”, afirma a autora, destacando a força das mulheres em sua vida e obra.
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