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Festival É Tudo Verdade celebra 30 anos e premia ‘Copan’ e ‘Escrevendo Hawa’ como os melhores filmes

Festival É Tudo Verdade celebra 30 anos com premiações a documentários impactantes, destacando "Copan" e "Escrevendo Hawa". Confira os vencedores!

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O festival É Tudo Verdade, que celebra documentários na América Latina, anunciou os vencedores de sua 30ª edição. O filme “Copan”, dirigido por Carine Wallauer, ganhou na categoria brasileira e recebeu R$ 20 mil. Ele fala sobre as tensões no famoso prédio de São Paulo durante as eleições de 2022. Na competição internacional, “Escrevendo Hawa”, de Najiba Noori, foi o vencedor, abordando o impacto do retorno do Talibã na vida das mulheres afegãs, e os realizadores ganharam R$ 12 mil. Também foram premiados os curtas “Sukande Kasáká/Terra Doente”, como melhor curta brasileiro, e “Eu Sou a Pessoa Mais Magra que Você Já Viu”, como melhor curta internacional, ambos recebendo R$ 6 mil. O júri brasileiro incluiu Débora Ivanov, Paulo Sacramento e Roberto Berliner, enquanto o júri internacional teve Andrés Di Tella, Bill Nichols e Eliza Capai. O festival ainda deu menções honrosas a “Quando o Brasil era Moderno” e “Palavra”.

O É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, principal evento de audiovisual não-ficcional da América Latina, anunciou os vencedores de sua edição comemorativa de 30 anos no último sábado. O documentário “Copan”, dirigido por Carine Wallauer, foi eleito o melhor na competição brasileira, recebendo R$ 20 mil e o troféu É Tudo Verdade. O filme aborda as tensões enfrentadas pelos moradores do icônico prédio em São Paulo durante as eleições de 2022.

Na competição internacional, o vencedor foi “Escrevendo Hawa”, de Najiba Noori, que retrata o impacto do retorno do Talibã na vida das mulheres afegãs. Os realizadores do filme receberão R$ 12 mil e o troféu do festival. O júri destacou a narrativa que explora a luta por independência em uma cultura patriarcal, ressaltando a originalidade e a sensibilidade do trabalho.

Além dos longas-metragens, foram premiados os curtas-metragens “Sukande Kasáká/Terra Doente”, de Kamikia Kisedje e Fred Rahal, como melhor curta brasileiro, e “Eu Sou a Pessoa Mais Magra que Você Já Viu”, de Eisha Marjara, como melhor curta internacional. Ambos receberam R$ 6 mil. O júri brasileiro foi composto por Débora Ivanov, Paulo Sacramento e Roberto Berliner, enquanto o júri internacional incluiu Andrés Di Tella, Bill Nichols e Eliza Capai.

O festival também concedeu menções honrosas a “Quando o Brasil era Moderno”, de Fabiano Maciel, e ao curta “Palavra”, de DF Fiuza. O evento reafirma sua importância no cenário do documentário, promovendo discussões sobre temas contemporâneos e a diversidade cultural da América Latina.

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