O texto fala sobre Bartleby, um personagem que representa a apatia e a desilusão, e menciona a admiração do autor pelo cartoonista El Roto, que critica a sociedade atual através de suas viñetas. O autor destaca a habilidade de El Roto em expressar a desolação do mundo e critica a falta de reconhecimento que ele recebe de instituições como a Academia de Bellas Artes. Apesar do desânimo diário, o autor encontra consolo nas obras de El Roto, que se tornaram importantes para sua rotina. Ele critica a falta de originalidade em muitos jornalistas e elogia a acidez e a crítica presentes nas obras do cartoonista, ressaltando que a verdadeira validação do artista vem do carinho de seus leitores, que se identificam com suas mensagens.
O personagem Bartleby, conhecido por sua apatia e desilusão, é mencionado como uma figura emblemática que reflete a condição humana. O autor expressa sua admiração pelo cartoonista El Roto, que, através de suas viñetas, captura a desolação da sociedade contemporânea.
El Roto é destacado por sua lucidez e crítica social, sendo considerado um precursor de Bartleby. O autor lamenta a falta de reconhecimento do artista por instituições como a Academia de Bellas Artes, questionando se esse reconhecimento é realmente desejado por El Roto.
O autor relata que, apesar do desânimo cotidiano, encontra consolo nas obras de El Roto, que se tornaram essenciais para sua rotina. Ele critica a prosa insípida de muitos jornalistas e a falta de originalidade nas ideologias adotadas por alguns profissionais.
A admiração pelo trabalho de El Roto é evidente, com o autor afirmando que a arte do cartoonista é um milagre de acidez e crítica. Ele conclui que a verdadeira validação do artista vem do carinho e da necessidade de seus leitores, que encontram nas viñetas uma forma de expressão de suas próprias frustrações.
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