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Ex-diretora denuncia roubo e venda irregular de obras de Frida Kahlo no México

Hilda Trujillo, ex-diretora dos museus de Frida Kahlo e Diego Rivera, denunciou o roubo e a venda irregular de obras da artista, incluindo dois óleos e doze páginas de seu diário. A especialista pediu ao Instituto Nacional de Belas Artes e Literatura (INBAL) que investigue e recupere o patrimônio artístico do México, alegando gestão irregular e falta de qualificação nas contratações. Entre as obras desaparecidas estão "Frida em chamas" e "Congresso dos povos pela paz", que foram vendidas por milhões. O INBAL, por sua vez, afirmou não ter autorizado a exportação das obras e recomendou que as denúncias sejam formalmente apresentadas. Trujillo, que elevou o status dos museus a nível internacional, exige ação imediata para proteger o legado cultural do país.

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Hilda Trujillo, ex-diretora dos museus de Frida Kahlo e Diego Rivera, denunciou o roubo e a venda fraudulenta de pelo menos dez obras de Kahlo, incluindo dois quadros e doze páginas de seu diário. Ela criticou a gestão cultural no México, mencionando a contratação de pessoal não qualificado e o desperdício de recursos. Entre as obras desaparecidas estão “Frida em chamas” e “Congresso dos povos pela paz”, que foi vendido por 2,6 milhões de dólares. Trujillo pediu que o Instituto Nacional de Belas Artes e Literatura (INBAL) investigue e recupere essas obras, afirmando que estão sendo vendidas ilegalmente.

O INBAL respondeu que não autorizou a exportação definitiva das obras e sugeriu que as denúncias sejam levadas às autoridades competentes. Trujillo, por sua vez, afirmou que sua denúncia foi formalmente registrada e que possui documentos que comprovam suas alegações. Ela pediu que o INBAL mostre publicamente o diário de Kahlo e as listas de obras de Rivera, além de esclarecer quais peças ainda estão na Casa Azul. A ex-diretora destacou a urgência de proteger o patrimônio artístico do México.

A ex-diretora dos museus de Frida Kahlo e Diego Rivera, Hilda Trujillo, denunciou o roubo e a venda fraudulenta de pelo menos dez obras de Kahlo, incluindo dois óleos e doze páginas de seu diário. A acusação envolve irregularidades na gestão cultural do México e foi formalizada em um comunicado onde Trujillo critica a contratação de pessoal não qualificado e o desperdício de recursos.

Entre as obras mencionadas, destacam-se “Frida em chamas” (1954), atualmente em uma coleção privada nos Estados Unidos, e “Congresso dos povos pela paz” (1952), que foi vendido por US$ 2,6 milhões. Trujillo exigiu que o Instituto Nacional de Belas Artes e Literatura (INBAL) investigue a situação e recupere o patrimônio artístico do país, afirmando que as obras estão sendo vendidas ilegalmente.

O INBAL respondeu que não concedeu permissões de exportação definitiva para as obras de Kahlo e recomendou que as denúncias sejam apresentadas às autoridades competentes. Em resposta, Trujillo destacou que sua denúncia foi formalmente protocolada e que possui documentação que comprova suas alegações, incluindo registros de vendas em leilões.

Trujillo, que foi fundamental para elevar o status dos museus a nível internacional, pediu que o INBAL apresente publicamente o diário de Kahlo e as listas de obras de Rivera, além de esclarecer quais peças permanecem na Casa Azul. A ex-diretora enfatizou a necessidade urgente de ação para proteger o patrimônio artístico do México.

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