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Viola Davis reflete sobre seu papel como presidente em G20 e a vulnerabilidade das figuras de poder

Viola Davis brilha como a presidente dos EUA em "G20", abordando a força e vulnerabilidade feminina em papéis de poder.

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Viola Davis, uma atriz famosa de Hollywood, está no filme “G20”, onde faz o papel da presidente dos Estados Unidos. Ela falou sobre a importância de mostrar uma mulher afro-americana em uma posição de poder e refletiu sobre sua carreira, que inclui papéis como rainhas e primeiras-damas. Davis mencionou que, embora as pessoas a vejam como forte, ela também tem vulnerabilidades, o que a inspira a explorar esses lados em suas atuações.

A diretora Patricia Riggen explicou que fez uma pesquisa cuidadosa para o filme, que fala sobre segurança e criptomoedas. Ela consultou um ex-agente da CIA e um especialista em segurança de conferências internacionais para garantir que as cenas fossem realistas. Riggen destacou que o filme retrata eventos que poderiam realmente acontecer.

Durante as filmagens, Riggen ficou impressionada com a energia de Davis nas cenas de ação, elogiando sua habilidade com armas e sua capacidade de misturar drama com ação, tornando sua personagem crível e profunda. A presença de uma mulher como presidente em um filme de ação é vista como algo importante culturalmente, pois pode inspirar outras mulheres e meninas a se verem em papéis de liderança. Davis também expressou seu amor por filmes de ação, citando Sigourney Weaver como uma de suas inspirações.

Viola Davis, renomada atriz de Hollywood, estrela o filme “G20”, onde interpreta a presidente dos Estados Unidos. Em entrevista, ela destacou a importância de representar uma mulher afro-americana em uma posição de poder, refletindo sobre sua trajetória em papéis de autoridade, como rainhas e primeiras-damas. Davis mencionou que, apesar de ser vista como uma figura forte, também possui vulnerabilidades, o que a motiva a explorar esses aspectos em suas atuações.

A diretora Patricia Riggen comentou sobre a pesquisa detalhada realizada para o filme, que aborda temas como segurança e criptomoedas. Ela revelou que consultou um ex-agente da CIA e um especialista em segurança de conferências internacionais para garantir o realismo das cenas. Riggen enfatizou que o filme não se passa em um universo de fantasia, mas retrata eventos que poderiam ocorrer na realidade.

Durante as filmagens, Riggen ficou impressionada com a energia de Davis nas sequências de ação, revelando que a atriz se destacou no treinamento e manuseio de armas. A diretora elogiou a capacidade de Davis de unir sua arte dramática à ação, tornando sua personagem crível e emocionalmente profunda, mesmo em uma trama típica de Hollywood.

A presença de uma mulher como presidente em um filme de ação é vista como um divisor de águas cultural, segundo Riggen. Davis concordou, afirmando que a representação de uma mulher negra em uma posição de poder pode inspirar outras mulheres e meninas a se verem em papéis semelhantes. Ela também expressou seu amor pelo gênero de ação, citando Sigourney Weaver como uma de suas inspirações.

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