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Gerard Oms estreia como diretor com ‘Muito longe’, refletindo sobre sua jornada pessoal e profissional

Gerard Oms, ex-ator e agora diretor, estreia "Muy lejos", um filme que reflete sua crise pessoal durante a recessão de 2008.

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Gerard Oms, que foi ator e agora é treinador de atores, está estreando como diretor com o filme “Muy lejos”. O filme fala sobre suas experiências durante a crise de 2008 e será lançado em 11 de abril. Ele já ganhou prêmios no festival de Málaga, incluindo os de melhor ator e melhor filme para a crítica. Oms tem uma forte relação de confiança com o ator Mario Casas, que é seu colaborador frequente.

Depois de enfrentar dificuldades como ator, Oms encontrou seu caminho ajudando outros. Ele começou sua carreira como treinador em um curta-metragem e trabalhou em vários projetos, incluindo “Seis dias correntes”. A amizade entre Oms e Casas se fortaleceu durante as filmagens de “No matarás”, onde Oms elogiou o talento de Casas, prevendo que ele seria indicado ao prêmio Goya. Quando isso aconteceu, Casas dedicou o prêmio a Oms, que havia apostado uma refeição na previsão.

No filme “Muy lejos”, Oms explora sua jornada de autodescoberta e aceitação, abordando temas como identidade e vulnerabilidade. Ele destaca que a história não é exatamente sobre ele, mas inspirada em suas experiências. A colaboração com Casas foi importante para mostrar a fragilidade e a complexidade do personagem principal, Sergio.

Gerard Oms, ex-ator e atual treinador de atores, estreia como diretor com o filme “Muy lejos”, que reflete sua experiência durante a crise de 2008. O filme, que será lançado em 11 de abril, já conquistou prêmios no festival de Málaga, incluindo melhor interpretação masculina e melhor filme para a crítica. Oms destaca a relação de confiança que desenvolveu com o ator Mario Casas, que também é seu colaborador frequente.

Oms, que enfrentou dificuldades na atuação, encontrou seu caminho ao ajudar outros artistas. Ele se tornou conhecido por seu trabalho com Casas, que o considera um irmão mais velho e um parceiro criativo. O diretor compartilha que sua carreira começou ao trabalhar como treinador em um curta-metragem de Isabel Coixet e, desde então, tem colaborado em diversos projetos, incluindo o filme “Seis dias correntes”.

A relação entre Oms e Casas se fortaleceu durante as filmagens de “No matarás”, onde Oms elogiou o talento de Casas, prevendo sua nomeação ao Goya. Três anos depois, quando Casas recebeu o prêmio, ele dedicou a vitória a Oms, que havia apostado uma refeição na previsão. Essa dinâmica de apoio mútuo é fundamental para ambos, especialmente em um ambiente onde muitos diretores não compreendem o papel do treinador.

No filme “Muy lejos”, Oms explora sua própria jornada de autodescoberta e aceitação, abordando temas como identidade e vulnerabilidade. Ele enfatiza que a história não é autobiográfica, mas inspirada em suas experiências. O diretor acredita que a colaboração com Casas, um ator sensível e técnico, foi essencial para transmitir a fragilidade e a complexidade do personagem principal, Sergio.

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