Richard Sennett, um historiador e sociólogo americano, lançou um novo livro chamado “The performer: art, life, politics”. Neste livro, ele fala sobre como a performance é uma forma de se expressar na vida pessoal e pública. Sennett, que também é músico, discute a autenticidade em líderes e como gestos performáticos podem ter impacto, analisando, por exemplo, saudações nazistas que foram atribuídas a Elon Musk.
Ele explica que a performance é uma forma de comunicação que pode mudar o significado das coisas. Sennett compara a saudação nazista original, que envolvia interação com o público, à saudação de Musk, que foi vista como uma declaração sem engajamento. Ele acredita que o poder de Musk torna sua performance mais significativa, e que a moralidade de uma performance depende do contexto em que acontece.
Sennett também critica a ideia de que a esquerda é muito performática, afirmando que todo poder é, de certa forma, performático. Ele menciona que líderes que mudam de opinião frequentemente, como Donald Trump, podem parecer mais autênticos, mesmo que suas ações não façam sentido. O autor cita Maquiavel, que sugeriu que políticos devem interpretar diferentes papéis para manter o público interessado.
Além disso, Sennett fala sobre a performance de gênero e como as performances femininas ajudaram a revelar a fisicalidade das mulheres. Ele também reflete sobre sua experiência como violoncelista, mencionando que, apesar de sentir falta de tocar, lesões o afastaram dos palcos. O livro ainda não está disponível no Brasil, mas um capítulo foi publicado na revista Serrote, do Instituto Moreira Salles.
Richard Sennett, historiador e sociólogo americano, lançou seu novo livro, “The performer: art, life, politics”, que explora a performance como forma de expressão tanto na vida pessoal quanto na esfera pública. O autor, também músico formado pela Julliard School, discute a autenticidade em líderes e o impacto de gestos performáticos, incluindo a análise de saudações nazistas atribuídas a Elon Musk.
Sennett argumenta que a performance é uma comunicação não verbal que pode transformar significados. Ele diferencia a saudação nazista original, que envolvia interação com o público, da saudação de Musk, que foi vista como uma declaração simbólica sem engajamento. O autor observa que o poder de Musk torna sua performance mais impactante, destacando que a moralidade da performance depende de seu contexto.
O sociólogo também critica a ideia de que a esquerda é excessivamente performática, afirmando que “todo poder é performático”. Ele menciona que líderes que mudam frequentemente de opinião, como Donald Trump, podem ser percebidos como mais autênticos, mesmo que suas ações careçam de lógica. Sennett cita Maquiavel, que sugere que políticos devem interpretar múltiplos papéis para manter o público intrigado.
Além disso, Sennett aborda a performance de gênero, destacando a importância das performances femininas na descoberta da fisicalidade da mulher. Ele reflete sobre sua própria experiência como violoncelista, mencionando que, apesar de sentir falta de tocar, lesões o afastaram dos palcos. O livro ainda não está disponível no Brasil, mas um capítulo foi publicado na revista Serrote, do Instituto Moreira Salles.
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