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Comemorações dos 400 anos da retomada de Salvador ganham exposição em Madri

- A retomada de Salvador ocorreu em 27 de março de 1625, após ocupação holandesa. - Filipe IV organizou a maior frota da época: 63 navios e 12.500 homens. - A exposição no Museu Naval de Madri celebrará os 400 anos do evento. - A pintura histórica retrata Salvador em 1625, com detalhes de prédios desaparecidos. - O quadro pertence a um descendente do comandante da frota, Fadrique de Toledo.

Em 27 de março de 2024, completam-se 400 anos da retomada de Salvador por uma frota hispano-portuguesa, que havia ocupado a cidade em 1625. Sob o comando do rei da Espanha e de Portugal, Filipe IV, a operação mobilizou 63 navios, 12.500 homens e 1.180 canhões, configurando-se como a maior frota a cruzar o Atlântico […]

Em 27 de março de 2024, completam-se 400 anos da retomada de Salvador por uma frota hispano-portuguesa, que havia ocupado a cidade em 1625. Sob o comando do rei da Espanha e de Portugal, Filipe IV, a operação mobilizou 63 navios, 12.500 homens e 1.180 canhões, configurando-se como a maior frota a cruzar o Atlântico até então.

Para celebrar essa data histórica, o Museu Naval de Madri, na Espanha, realizará uma exposição entre abril e julho de 2024. A mostra contará com uma pintura de autor desconhecido, que retrata a cidade de Salvador e a Baía de Todos os Santos em detalhes, incluindo edifícios que não existem mais. Esta obra é de propriedade de um colecionador que é descendente do general Fadrique de Toledo, comandante da frota.

A pintura original é pouco conhecida, mas uma cópia foi feita no século XX e está exposta no Museu Naval do Rio de Janeiro. Essa cópia, embora menor e de qualidade inferior, também é um importante registro da história da cidade e do evento que marcou a retomada do controle português sobre Salvador.

A exposição em Madri visa não apenas celebrar a conquista, mas também trazer à tona a rica história da cidade e sua importância no contexto colonial. A iniciativa promete atrair visitantes interessados em história e arte, destacando a relevância desse marco histórico para as relações entre Brasil e Espanha.

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