O rei Charles III apresentará seus gostos musicais em um programa especial intitulado “The King’s Music Room”, que será transmitido na próxima segunda-feira, 10 de março, às 6h (horário local), em celebração ao Dia da Commonwealth. O programa, gravado em seu escritório no Palácio de Buckingham, contará com uma seleção de gêneros que incluem discoteca, […]
O rei Charles III apresentará seus gostos musicais em um programa especial intitulado “The King’s Music Room”, que será transmitido na próxima segunda-feira, 10 de março, às 6h (horário local), em celebração ao Dia da Commonwealth. O programa, gravado em seu escritório no Palácio de Buckingham, contará com uma seleção de gêneros que incluem discoteca, reggae e afrobeat, além de artistas icônicos como Bob Marley, Kylie Minogue, Davido e Grace Jones. Charles III descreveu a música como uma forma de trazer alegria e conforto, destacando sua importância em sua vida e na vida de muitas pessoas.
No trailer do programa, o monarca afirmou que a música tem o poder de evocar memórias felizes e de unir as pessoas em celebração. Ele compartilha anedotas sobre seus encontros com artistas e como essas canções formam a trilha sonora de sua vida. A iniciativa é vista como uma maneira inovadora de celebrar o Dia da Commonwealth, uma organização que reúne 56 nações-membro, das quais 14 têm Charles III como chefe de Estado.
Além do programa musical, a saúde do rei, que enfrenta um estágio avançado de câncer aos 76 anos, tem gerado preocupações na família real. Informações da imprensa portuguesa indicam que a rainha Camilla já está planejando o funeral do marido, considerando a exclusão de Meghan Markle, esposa do príncipe Harry, da cerimônia. Camilla teria expressado a amigos que a presença de Markle seria uma provocação, dada a relação conturbada entre ela e a família real desde que Harry e Meghan se afastaram de seus papéis como membros da realeza.
A relação de Meghan com a família real se deteriorou após o casal anunciar sua intenção de se tornar financeiramente independente da monarquia em janeiro de 2020. Desde então, eles têm feito declarações públicas sobre sua experiência na corte, incluindo uma entrevista com Oprah Winfrey e o lançamento do livro de memórias de Harry, “Spare”. Camilla, segundo relatos, acredita que a presença de Meghan no funeral do rei causaria mais indignação e dor em um momento que deveria ser de respeito e união familiar.
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