Dan Fogelman, conhecido por sua habilidade em contar histórias sobre laços familiares, apresenta sua nova série, Paradise, no Disney. A trama se inicia com o assassinato do presidente norte-americano Cal Bradford, interpretado por James Marsden, que desencadeia uma catástrofe global, forçando uma parte da população a se refugiar em uma caverna. Embora o cenário pós-apocalíptico […]
Dan Fogelman, conhecido por sua habilidade em contar histórias sobre laços familiares, apresenta sua nova série, Paradise, no Disney. A trama se inicia com o assassinato do presidente norte-americano Cal Bradford, interpretado por James Marsden, que desencadeia uma catástrofe global, forçando uma parte da população a se refugiar em uma caverna. Embora o cenário pós-apocalíptico possa parecer um mero pano de fundo, Fogelman foca nas relações emocionais dos personagens, semelhante ao que fez em This Is Us.
Os personagens, como o agente Xavier Collins, vivido por Sterling K. Brown, e a enigmática Sinatra, interpretada por Julianne Nicholson, tomam decisões baseadas em suas emoções e legados familiares. O presidente Bradford, por exemplo, desenvolve empatia a partir de um relacionamento conturbado com seu pai. Essa abordagem transforma Paradise em um thriller político que, apesar de sua essência de ficção científica, se destaca pelo drama humano.
A série tem episódios que podem ser considerados dignos de prêmios, especialmente os quinto e sétimo, e as atuações de Brown, Nicholson e Marsden são elogiadas. A profundidade emocional dos personagens, que lidam com luto, traumas e medos, é um dos pontos fortes da narrativa. No entanto, a pressa em avançar a trama para as reviravoltas pode comprometer a força de alguns momentos, especialmente em relação aos personagens mais jovens.
Com a confirmação de uma segunda temporada, Paradise deixa pontas soltas que podem explorar ainda mais seu lado científico. A expectativa é que Fogelman mantenha o equilíbrio entre o drama familiar e o thriller político, consolidando a série como uma das grandes surpresas de 2025.
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