- O Museu Nacional da Coreia, em Seul (localizado no distrito de Yongsan), teve 6,5 milhões de visitantes no ano passado, frente a 3,8 milhões em 2024.
- Dentre eles, 230 mil foram internacionais, representando 3,55% do total — o primeiro patamar acima de 200 mil.
- A diretoria atribui o aumento à nova onda de interesse pela cultura coreana (hallyu) e a programação de exposições centradas em artefatos históricos.
- O ano contou com reformulações em galerias permanentes, exposições temporárias com interpretações novas da herança cultural coreana e de culturas globais, além de ações para acessibilidade e uso de tecnologia digital.
- Destaques da programação incluíram celebrações de 80 anos da libertação da Coreia, com mostra sobre o almirante Yi Sun-sin e o maratonista Son Kee-chung, além da inauguração de uma sala permanente dedicada a culturas islâmicas.
O National Museum of Korea (NMK) em Seoul registrou, no ano passado, um salto no fluxo de visitantes. O site principal, no distrito de Yongsan, recebeu 6,5 milhões de pessoas, ante 3,8 milhões em 2024. Dentre os visitantes, 230 mil são estrangeiros,representando 3,55% do total e o maior número já registrado.
Segundo divulgado, o aumento acompanha o renovado interesse pela chamada onda Hallyu, tanto no exterior quanto no Brasil. O NMK destaca que o crescimento também veio de um planejamento de exposições mais inovador, centrado em artefatos históricos e conteúdos diversificados.
A instituição realizou reformas em algumas galerias permanentes e abriu exposições temporárias com novas interpretações da herança cultural coreana e de culturas globais. Além disso, houve programação ligada ao 80º aniversário da libertação da Coreia do domínio japonês, com retrospectivas sobre o almirante Yi Sun-sin e o maratonista Son Kee-chung. O museu também celebrou os 20 anos da sua transferência para Yongsan com uma mostra dedicada ao início da era Joseon.
Expansões e novidades
O NMK também recebeu uma mostra emprestada do Musée du Quai Branly-Jacques Chirac, sobre culturas de ilhas do Pacífico, e inaugurou uma nova sala permanente dedicada às culturas islâmicas. Em paralelo, a instituição intensificou ações de engajamento do público e acessibilidade, com conteúdos sem barreiras e maior integração de tecnologia digital.
Entre na conversa da comunidade