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Alerj aprova formação de jovens para incentivar leitura e escrita no RJ

Alerj aprova programa para formar jovens multiplicadores da leitura no RJ; edital público, inclusão e parcerias com escolas e editoras, sujeito à sanção

Poderão participar do programa jovens com idade entre 15 e 29 anos
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  • Alerj aprovou, nesta quinta-feira, o programa Jovens Embaixadores do Livro para incentivar leitura e escrita no estado; encaminhado ao governador em até quinze dias úteis para sanção ou veto.
  • O projeto é de Dani Balbi (PCdoB) e, se sancionado, formará jovens multiplicadores com apoio de escolas, bibliotecas e editoras.
  • Podem participar pessoas entre quinze e 29 anos, regularmente matriculadas em escolas públicas ou privadas ou com vínculo com organizações sociais; seleção por edital público e políticas de inclusão para pessoas com deficiência.
  • A capacitação abrangerá mediação de leitura, dinamização de atividades culturais, gestão de projetos, além de acompanhamento pedagógico e suporte técnico; haverá certificado válido como atividade de extensão ou formação complementar.
  • Após a formação, os jovens atuarão como agentes culturais, com parcerias potenciais com editoras, livrarias e autores, para democratizar o acesso à leitura e incentivar a produção local, com acervo de obras brasileiras clássicas.

Alerj aprovou nesta quinta-feira a criação do programa Jovens Embaixadores do Livro, que visa estimular leitura e escrita no estado do Rio de Janeiro. A votação ocorreu em segunda discussão e o projeto segue para sanção ou veto do governo em até 15 dias úteis. A autoria é da deputada Dani Balbi (PCdoB).

Caso seja sancionado, o programa formará jovens multiplicadores para promover leitura nas comunidades, com apoio de escolas, bibliotecas e editoras. A iniciativa está alinhada à Política Nacional de Leitura e Escrita e ao Plano Estadual do Livro e Leitura.

Estrutura e objetivos do programa

Podem participar jovens entre 15 e 29 anos, regularmente matriculados em instituições de ensino públicas ou privadas, ou com vínculo com organizações sociais. A seleção será feita via edital público, coordenado pela Secretaria Estadual responsável pela cultura.

O programa deve assegurar políticas de inclusão para jovens com deficiência. Critérios incluem interesse pela leitura, compromisso social, participação comunitária e representatividade territorial, conforme estabelecido pelo Conselho Estadual de Políticas Culturais.

Capacitação e certificação

Os selecionados receberão formação em mediação de leitura, dinamização de atividades culturais e gestão de projetos, além de acompanhamento pedagógico e suporte técnico. Ao concluir as atividades, haverá certificado emitido pelo órgão gestor, com validade como extensão ou formação complementar.

A deputada Balbi destacou que a política pode transformar a vida de milhares de jovens do estado. A implantação deverá observar a Política Nacional de Leitura e o Plano Estadual do Livro e Leitura.

Acesso à leitura e parcerias

Após a formação, jovens atuarão como agentes culturais em suas comunidades, desenvolvendo atividades para ampliar o acesso à leitura e incentivar produção literária local. O programa prevê parcerias com editoras, livrarias, autores, escolas e bibliotecas para doações de livros e ações conjuntas.

O acervo utilizado nas atividades será composto exclusivamente por obras da literatura brasileira clássica, com diversidade de autores e estilos. O texto proíbe uso político-partidário, mantendo neutralidade administrativa e pluralismo de ideias.

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