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Hassan Smith revela coleção de arte e motivos por trás das escolhas

Gestor de John Legend revela aquisição recente em Frieze Los Angeles, aponta instinto como guia de decisão rápida e cita artistas que lamenta não ter adquirido

In addition to working as a manager for the singer John Legend, Hassan Smith serves on the advisory board for the Atlanta Art Fair
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  • Hassan Smith, executivo da indústria do entretenimento e gerente de John Legend, é colecionador de arte negra pós‑guerra e contemporânea e integra o conselho da Atlanta Art Fair.
  • A aquisição mais recente dele é uma pintura de Patrick Eugène; as primeiras peças relevantes que levou à coleção foram fotografias de Gordon Parks, compradas em 2010.
  • Em Frieze Los Angeles, Smith destacou a participação de galleries internacionais e o jantar Collector X como momentos de networking.
  • Ele relembra o arrependimento de não ter comprado obras de Titus Kaphar, Amy Sherald e Lynette Yiadom‑Boakye, artistas que, segundo ele, ganharam importância com o tempo.
  • Durante a entrevista, mencionou o desejo de ter uma pintura de Kerry James Marshall de museu internacional e mencionou preferências para os Oscars, apoiando Michael B. Jordan e Ryan Coogler.

Hassan Smith, executivo há décadas na indústria do entretenimento, é também colecionador ativo de arte negra pós-guerra e contemporânea. Além de gerenciar a carreira de John Legend, ele integra o conselho consultivo da Atlanta Art Fair e mantém uma presença constante em espaços como Atlanta e Los Angeles.

Durante Frieze Los Angeles, Smith revelou sua mais recente aquisição, um quadro de grande formato do artista Patrick Eugène. A obra reforça o interesse do colecionador por trabalhos de artistas emergentes que ganharam projeção internacional, como a colaboração Lady Art da Dior que envolveu Eugène.

Conferência e gosto pessoal: Smith descreve o ritmo de compra como rápido, guiado mais pela intuição do que por demora. Ele cita como primeira aquisição de peso fotografias de Gordon Parks, em 2010, que influenciou sua visão de narrativa na arte.

Outras inspirações e lembranças: entre as obras que não chegou a levar, o colecionador cita trabalhos de Titus Kaphar, Amy Sherald e Lynette Yiadom-Boakye, artistas cuja atuação, segundo ele, amadureceu com o tempo. Em termos de desejo, ele mencionou uma grande pintura de Kerry James Marshall no MoMA.

Em fragmente de agenda, Smith também comentou o interesse em participar de eventos de networking, como o Collector X Dinner, promovido durante a feira. Seu foco permanece em consolidar uma coleção que articule história e contemporaneidade sem perder o espírito de inovação.

Além da arte, o executivo aponta locais de convivência em Santa Monica. Smith destaca Somerville, restaurante pertencente a uma comunidade Black, como opção preferida para refeições durante o evento.

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