- Hamburger Bahnhof, em Berlim, celebra trinta anos em março, com programa anual de eventos e uma gala internacional marcada para o dia 14 de março.
- Os co-diretores Sam Bardaouil e Till Fellrath veem o museu como espaço de produção, diálogo e experimentação, conectando a coleção a projetos temporários.
- Eles apontam que museus contemporâneos devem agir como teatros, produzindo novas obras e redefinindo práticas de conservação, educação e apresentação.
- A comemoração destaca a história do espaço e artistas associados, como Anne Imhof e Tomás Saraceno, além de contar com convidados internacionais na gala.
- A visão para o futuro é que o Hamburger Bahnhof reflita a diversidade da sociedade, seja um espaço de interpretação e participação, e permaneça aberto a diferentes formatos e formatos culturais.
Hamburger Bahnhof, espaço berlinense de arte contemporânea, celebra 30 anos desde a fusão das coleções da Alemanha Oriental e Ocidental. A programação deste ano é extensa, incluindo um gala de arrecadação marcado para 14 de março. A comemoração visa reforçar a conexão entre coleção, produção e debate público.
Sob a direção de Sam Bardaouil e Till Fellrath, o museu tem intensificado projetos que dialogam com artistas em atividade e produzem novas obras. A ideia é transformar o espaço em palco de experimentação, onde a produção ocupa lugar central ao lado da conservação tradicional.
O museu nasceu após a reunificação alemã, em um momento de ponte entre passado e presente. Hoje, Berliner visão e relação com a cena internacional aparecem como parte essencial de sua identidade e de seu papel na formação do debate sobre arte contemporânea.
Gala de 14 de março: propósito e convidados
A gala é apresentada como instrumento de financiamento, ampliando fontes além do apoio estatal. O evento busca atrair colecionadores, artistas e nomes da cultura internacional para apoiar os programas do Hamburger Bahnhof.
Entre os convidados estarão Caroline Blanchett e outras personalidades do mundo da arte, cinema, moda e música, de várias regiões. A lista-reflexo reforça a missão do museu de atuar como ponte entre Berlim e a comunidade artística global.
Olhar para o futuro do museu
O objetivo é manter o espaço como palco de experimentação e diálogo, abrindo espaço para diferentes leituras e participação do público. A instituição pretende evoluir para uma plataforma que acompanha as mudanças sociais e culturais.
Segundo Fellrath, o museu deve refletir a diversidade da sociedade, com prática educativa fortalecida e menos didatismo. Para Bardaouil, a curadoria atua como mediadora, valorizando vozes emergentes e formatos transversais de arte.
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