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Seul exibe esculturas impactantes e reflexões sobre a melancolia na Frieze

Adrián Villar Rojas, Kang Seung Lee, Candice Lin e Hyun Nahm desafiam percepções sobre identidade e melancolia em exposições contemporâneas

Instalação em grande escala intitulada The End of Imagination VI, de Adrián Villar Rojas, em exibição no Art Sonje Center (Foto: Reprodução)
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  • Adrián Villar Rojas apresenta a instalação “The Language of the Enemy” no Art Sonje Center, de 3 de setembro a 1 de fevereiro de 2026.
  • A obra transforma o espaço em uma experiência imersiva, reimaginando o museu como um local pós-Antropoceno.
  • A entrada é marcada por um montículo de terra, criando um ambiente primitivo e desafiando as percepções dos visitantes.
  • Na Gallery Hyundai, Kang Seung Lee e Candice Lin exibem “Not I, not I, but the wind that blows through me” até 5 de outubro, abordando autoria e memória.
  • Hyun Nahm explora ansiedades contemporâneas em “Nest in the Field” na Whistle, até 18 de outubro, enquanto a mostra “Melancholia” na Primary Practice reúne quatro artistas coreanos até 11 de outubro.

Adrián Villar Rojas apresenta sua nova instalação, The Language of the Enemy, no Art Sonje Center, de 3 de setembro a 1 de fevereiro de 2026. A obra transforma o espaço em uma experiência imersiva, reimaginando o museu como um local pós-Antropoceno. A exposição reúne instalações e esculturas de sua série The End of Imagination, iniciada em 2022, utilizando materiais como solo, pedra-pomes e plásticos reciclados.

A entrada da exposição é marcada por um montículo de terra, que dá início a uma jornada onde paredes e sinalizações são removidas, criando um ambiente primitivo. Villar Rojas propõe uma reflexão sobre as estruturas da realidade contemporânea, desafiando os visitantes a reconsiderar suas percepções.

Explorações de Identidade

Na Gallery Hyundai, Kang Seung Lee e Candice Lin apresentam a exposição Not I, not I, but the wind that blows through me, que ficará em cartaz até 5 de outubro. Os artistas, ambos da diáspora asiática, abordam a autoria e a memória, explorando histórias pessoais e coletivas que foram marginalizadas. A exposição, inspirada em um poema de D.H. Lawrence, propõe uma visão da identidade como um vaso permeável, moldado por forças externas.

Lee utiliza técnicas como desenho e bordado para homenagear legados de histórias queer transnacionais, enquanto Lin investiga as construções de raça e gênero sob a ótica da violência colonial. Suas obras desafiam as estruturas que sustentam ideologias coloniais, trazendo à tona o que foi silenciado.

Ansiedades Contemporâneas

Hyun Nahm, com sua exposição Nest in the Field na Whistle, até 18 de outubro, explora as ansiedades do mundo hiperconectado. Conhecido por seu uso de materiais não convencionais, Nahm apresenta esculturas angulares feitas de pó de ferro, que refletem a incerteza da infraestrutura de comunicação atual. Complementando as esculturas, uma nova obra em vídeo documenta sua descida em uma mina abandonada, onde sinais eletromagnéticos não alcançam.

Por fim, a mostra Melancholia, em cartaz até 11 de outubro na Primary Practice, reúne quatro artistas coreanos que exploram a melancolia ao longo da história. A exposição reflete sobre a tensão entre anseios e aceitação, abordando a perda e a exaustão gerada pela pressão por produtividade, especialmente entre as gerações mais jovens.

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