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Homem vive em cemitério famoso e revela segredos do Père-Lachaise

Benoît Gallot, curador do Cemitério Père-Lachaise, lança livro sobre biodiversidade e história do local, revelando sua experiência familiar.

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Benoît Gallot, curador do Cemitério Père-Lachaise desde 2018, lançou o livro “The Secret Life of a Cemetery”, que fala sobre a biodiversidade e a história do local, além de contar sobre a vida de sua família ali. Ele cuida de sepultamentos e exumações e destaca que o cemitério, que abriga figuras famosas como Colette e Jim Morrison, está livre de pesticidas desde 2015, permitindo que plantas e animais prosperem. Gallot menciona que sua família vive no cemitério e que para eles isso é normal. Ele supervisiona cerca de mil enterros por ano e lida com a dificuldade de acomodar várias gerações em um espaço pequeno. O cemitério é um lugar de arte e história, atraindo muitos visitantes. Gallot também deseja que novos mausoléus sejam mais criativos, mas reconhece as limitações financeiras que existem.

Benoît Gallot, curador do Cemitério Père-Lachaise desde 2018, lançou seu livro “The Secret Life of a Cemetery”. A obra explora a biodiversidade e a rica história do cemitério, além de relatar a experiência de sua família vivendo no local.

Gallot supervisiona sepultamentos e exumações, além de lidar com a administração do cemitério, que abriga ícones como Colette, Eugène Delacroix e Jim Morrison. Ele destaca que, desde 2015, o cemitério está livre de pesticidas, permitindo que a natureza prospere. Ciclâmens e orquídeas florescem, e cerca de 60 espécies de pássaros foram avistadas, incluindo pica-paus e corujas-do-mato.

O curador, que cresceu em uma família de marmoristas funerários, não vê o ambiente como mórbido. Para ele, viver em um cemitério é uma experiência normal para sua esposa e filhos. “Três dos quatro nunca conheceram outra coisa”, afirma Gallot. O cemitério, que começou com apenas 13 sepultamentos em 1804, agora é o mais visitado do mundo.

A relação de Gallot com a morte não mudou, mas sua perspectiva sobre a vida se transformou. Ele supervisiona cerca de mil enterros por ano, lidando com a complexidade de acomodar várias gerações em espaços limitados. O cemitério, além de ser um local de descanso, é um espaço de arte e história, atraindo turistas e estudiosos.

Gallot também expressa o desejo de que novos mausoléus sejam mais criativos, embora reconheça as limitações financeiras. “A escassez deve ser administrada com cuidado”, ressalta, referindo-se à necessidade de equilibrar tradição e inovação no cemitério.

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