Daniel Roseberry deu início à temporada de alta-costura com uma coleção que destaca criações esculturais e decorativas na Schiaparelli. Em suas palavras, “Meu olho estava sedento por coisas mais elaboradas”, refletindo sua insatisfação com a associação entre modernidade e simplicidade. A coleção, que mescla rigor e fantasia, apresentou looks em tons de bege, preto, creme […]
Daniel Roseberry deu início à temporada de alta-costura com uma coleção que destaca criações esculturais e decorativas na Schiaparelli. Em suas palavras, “Meu olho estava sedento por coisas mais elaboradas”, refletindo sua insatisfação com a associação entre modernidade e simplicidade. A coleção, que mescla rigor e fantasia, apresentou looks em tons de bege, preto, creme e dourado, acompanhados pela música “Father Figure” de George Michael.
O designer continua a explorar novas silhuetas e volumetrias, demonstrando sua paixão pela moda e pelo legado de Elsa Schiaparelli. Roseberry enfatiza a responsabilidade de liderar uma das últimas grandes maisons de alta-costura, afirmando que “a alta-costura aspira a atingir grandes alturas” e que “a perfeição tem um preço”. Essa busca por inovação e emoção é evidente nas peças apresentadas.
A coleção também reflete uma abordagem ousada, onde não há limites para a imaginação. Roseberry questiona a necessidade de simplificação na moda, propondo um retorno ao barroco e à extravagância. Essa visão se traduz em roupas que não apenas vestem, mas também contam histórias e evocam sentimentos.
A apresentação foi um verdadeiro espetáculo, unindo arte e moda em uma experiência sensorial. Com essa nova coleção, Roseberry reafirma seu compromisso com a alta-costura, prometendo um futuro onde a criatividade e a técnica caminham lado a lado, mantendo viva a essência da Schiaparelli.
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