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Riot reduz lançamentos e muda estratégia para LoL, diz líder de produto

Riot reduzirá lançamentos de campeões e priorizará integração de narrativa e calendário sazonal, preparando League Next para 2027 e repaginação de LoL após 17 anos

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  • A Riot Games informou, em entrevista à EXAME, que vai desacelerar o ritmo de lançamentos de campeões de League of Legends para manter a relevância do jogo após 17 anos.
  • A empresa pretende integrar melhor narrativa, arte e calendário sazonal, reduzindo a quantidade de campeões inéditos e preparando o terreno para o League Next, previsto para 2027.
  • A estratégia passa a tratar cada lançamento como parte de uma temporada e de um contexto visual, não apenas como peça de jogabilidade isolada.
  • Exemplos citados incluem a ligação da personagem Yunara à temporada Florescer Espiritual e a leitura de feedback da comunidade, como no caso da Seraphine.
  • O foco atual é manter o jogo principal estável e coerente, com atualizações de conteúdo mais cuidadosas e parcerias que fortaleçam o ecossistema sem abandonar a jogabilidade central.

Em entrevista exclusiva à EXAME, Edward Zhao detalha a mudança de estratégia da Riot Games para League of Legends. O foco é manter a jogo relevante após 17 anos, reduzindo lançamentos de campeões inéditos e integrando melhor narrativa, arte e calendário sazonal. A mudança acontece em um momento de busca por sustentabilidade da maior franquia da empresa.

O executivo atua como líder de produto da equipe de campeões. A Riot planeja desacelerar o ritmo de novidades e preparar terreno para o League Next, evento esperado para 2027, que marcará a primeira grande repaginação do título desde o lançamento, em 2009.

Segundo Zhao, a meta é fazer cada lançamento dialogar com uma temporada, um contexto visual e, quando fizer sentido, com outras frentes da marca. A ideia é evitar que o jogo se torne apenas uma soma de adições isoladas, conectando novidades a um ecossistema maior.

A comunidade ganha foco nesse reposicionamento. A Riot analisa a taxa de vitória, o equilíbrio entre partidas casuais e profissionais, e a retenção de uso de cada campeão. Casos como Seraphine ajudam a entender que nem sempre o objetivo é seguir a ideia inicial dos desenvolvedores.

Entre as mudanças, destaque para a maior integração com a história de Runeterra e para a diversificação de jogabilidade no Summoner’s Rift. A empresa quer manter o jogo vivo sem depender exclusivamente de novos campeões, explorando modos e experiências paralelas, como o exemplo de Enxame.

Arcane recebeu atenção pela ligação entre o universo do jogo e a série da Netflix. Contudo, a Riot recuou na estratégia de transformar o jogo em uma máquina multimídia. A prioridade voltou a ser o bem-estar do jogo principal e o equilíbrio com a base de jogadores.

Thomas Randby, diretor de arte, aponta que conteúdos extrapolam o digital podem fortalecer a marca, desde bandas virtuais até colaborações com marcas de luxo. Mesmo assim, o cuidado permanece em não perder o foco no jogador.

O caminho de retomada envolve atualizações, não substituições radicais da base técnica. Parcerias recentes, como com a Porsche para Wild Rift, indicam aposta em novas experiências sem abandonar o núcleo do jogo. O objetivo é renovar sem perder a identidade de League of Legends.

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