- O autor jogou cerca de doze horas de Crimson Desert em PS5 Pro e elogia bastante os gráficos, especialmente rochas, rio e montanhas.
- Apesar do visual photorealista, o jogo é visto como um grande mundo aberto com jogabilidade repetitiva, controles complicados e menus pesados.
- A história envolve guerreiros tentando recompor o clã após encarar uma tribo brutal; a escrita é considerada confusa e os diálogos enfadonhos.
- Elementos como o grappling mágico e o glide são citados, mas o overall é descrito como sem profundidade e difícil de mergulhar na percepção do jogo.
- Mesmo com críticas, há quem invista muitas horas no jogo; para o autor, a atração não funciona e a experiência fica apenas bonita, porém esquecível.
Crimson Desert: beleza visual não compensa falhas de jogabilidade, segundo análise de 12 horas de gameplay no PS5 Pro. A crítica, publicada pelo Kotaku, destaca que as paisagens são impressionantes, mas o restante do jogo é lento e repetitivo.
O texto não é uma avaliação completa; aponta que a escrita é confusa e as cenas cortadas demoram a avançar, mantendo o jogador ciente do controle na mão. Mesmo ao revisitar a turma de heróis, o tom fica irritante e pouco cativante.
Para o autor, a maior parte da experiência está na exploração do mundo aberto, com pouca profundidade nas mecânicas ou na história. O jogo oferece várias inovações, porém as ações costumam parecer desajeitadas ou desnecessárias.
Gráficos e mundo
Crimson Desert recebe elogios pela qualidade visual: rochas, rios e montanhas são descritos como um dos melhores cenários já vistos em um RPG de mundo aberto. O ambiente é detalhado, com iluminação realista e resposta de cenários, o que motiva curiosidade de explorá-lo.
Ainda segundo a análise, a jogabilidade é frustrante para quem busca fluidez, com controles lentos, menu cheio de passos e combate repetitivo. Há quem encontre valor em mais de 200 horas de dedicação; para o autor, a atração não compensa os entraves.
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