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Melhores jogos novos de 2026 até agora, segundo avaliações

Quarto do ano revela 2026 em jogo: diversidade de títulos, de aventuras narrativas a roguelites, impactando as expectativas da indústria

© Bungie / The Pokémon Company / Capcom / Kotaku
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  • Pokémon Pokopia é um jogo acolhedor para quem não curte muito life sims, com mistério melancólico e objetivo de colecionar todos os 300 monstros, além de oferecer uma construção de cidade recompensadora mesmo para quem não é fã da franquia.
  • Marathon é um atalho viciante de Bungie, um shooter de ficção científica com momentos difíceis e gratificantes, que alterna runs bem-sucedidos e reversos frustrantes.
  • Nioh 3 expande a fórmula Soulslike da Team Ninja, com mapas amplos, exploração aberta e sistemas de RPG mais coesos, mantendo o combate intenso e satisfatório.
  • Perfect Tides: Station to Station é um jogo de aventura point-and-click centrado na vida de uma estudante em uma Nova York pós-11 de setembro, reconhecido pela profundidade emocional e pela qualidade narrativa.
  • TR-49, de Inkle, mescla realismo mágico e temas sobre narrativa e IA em um cenário apocalíptico, com jogabilidade acessível e uma construção de história envolvente.

As melhores novidades de 2026 até o momento abrangem títulos que vão de simulação leve a aventuras narrativas e action RPG. A curadoria destaca jogos que entregam propostas distintas, com foco em jogabilidade, ambientação e experimentação.

Entre os destaques, Pokémon Pokopia se apresenta como uma opção acolhedora para quem não é fã declarado de life sims, oferecendo uma investigação melancólica e uma Pokédex com 300 monstros para coletar. A construção de cidade é recompensadora mesmo para quem não gosta de gestão intensa.

Marathon se afirma como shooter de ficção científica de extração, com ritmo irregular entre vitórias e fracassos. A experiência é descrita como extremamente viciante, com momentos de alta tensão e recompensas significativas ao progressar.

Nioh 3 eleva o mix de Soulslike com ação arcade, expandindo mapas e exploração. O jogo substitui o foco em loot por sistemas de RPG mais coeso, mantendo o combate ácido e poderoso mesmo diante de uma história menos marcante.

Demon Tides resgata o espírito dos platformers de PS2, oferecendo estilo, peso e fases desafiadoras. A obra demonstra que o gênero ainda tem fôlego quando executado com cuidado e modernização.

Resident Evil Requiem chega como o nono capítulo da série, combinando sustos e ação entre dois protagonistas. A trama busca revisitar a essência da franquia, com sequências tensas e confrontos de alto impacto.

Cairn se destaca pela combinação de climbing-sim com narrativa filosófica. A leitura do ambiente e das escolhas molda a experiência, que equilibra momentos de tensão com introspecção emocional.

Big Hops surge como plataforma 3D colorida, com excelente técnico de movementos e possibilidades de exploração. O jogo é elogiado pela fluidez do salto e pelos power-ups que ampliam a jogabilidade.

Scott Pilgrim EX reforça o clima retrô com estética crocante, trilha sonora chiptune e referências ao título original. A proposta funciona como renovação nostálgica sem cair no excesso de fanservice.

Slay the Spire 2 amplia a fórmula de deckbuilding com novas builds e eventos, mantendo a essência do título original. O jogo chega em acesso antecipado com promessa de longevidade para quem já gostava do primeiro.

Mewgenics inova ao misturar roguelite com deckbuilding, com rolagem de gatos criados sob medida. Cada corrida gera o grupo felino para evoluir; a ideia de reprodução entre gerações acrescenta curiosidade estratégica.

Esoteric Ebb, de Christoffer Bodegård, é descrito como uma versão “Disco Elysium” em interface de D&D. A narrativa política ganha humor, com atuação vocal elogiada e uma proposta de CRPG que diverge no tom.

Essas obras trazem uma variedade de inspirações e propostas, refletindo a diversidade de 2026 até agora. A seleção evidencia jogos que combinam narrativa forte, combate sólido e propostas de jogabilidade inovadoras.

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